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2 FILHOS DE FRANCISCO - A HISTÓRIA DE ZEZÉ DI CAMARGO E LUCIANO
MÁRCIO KIERLING & THIAGO MENDONÇA

Francisco Camargo (Ângelo Antônio) é um lavrador do interior de Goiás que tem um sonho aparentemente impossível: transformar dois de seus nove filhos em uma dupla sertaneja.

Ele inicialmente deposita sua esperança no mais velho, Mirosmar, e resolve lhe dar um acordeão quando completa 11 anos. Mirosmar e seu irmão Emival, que toca violão, se apresentam com sucesso nas festas da vila onde moram, mas devido a perda da propriedade onde moravam nos anos 70 toda a família é obrigada a se mudar para Goiânia.

Mirosmar e Emival começam então a tocar na rodoviária local, na intenção de conseguir algum dinheiro para ajudar em casa. Lá eles conhecem Miranda, empresário de duplas caipiras, que viaja com eles por mais de 4 meses. Os irmãos novamente fazem sucesso e chegam até mesmo a cantar para 6 mil pessoas em um show no interior do país, mas um acidente encerra prematuramente a carreira da dupla.

Após quase desistir da carreira artística Mirosmar decide voltar a cantar, agora usando o nome artístico de Zezé di Camargo. Ele grava um disco solo, mas não obtém sucesso. Já casado e com duas filhas pequenas, Zezé tem dificuldades em sustentar a família e o máximo que consegue é que outras duplas cantem composições suas. É quando ele encontra em seu irmão Weston, que passa a usar o nome artístico de Luciano, o parceiro ideal para levar adiante sua carreira musical.

Mas não deixe de ver os erros também.

Diretor: Breno Silveira
Escritores: Patrícia Andrade & Carolina Kotscho

Gênero: Drama

Site Oficial: www.2filhosdefrancisco.com.br

Columbia Tristar do Brasil

Título Original: 2 Filhos de Francisco - A História de Zezé Di Camargo e Luciano
Tempo: 90 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2005 - Brasil
Recomendação: Livre

ELENCO

Márcio Kierling .... Zezé di Camargo
Thiago Mendonça .... Luciano
Ângelo Antônio .... Seu Francisco Camargo
Dira Paes .... D. Helena Camargo
Paloma Duarte .... Zilú
Dablio Moreira .... Zezé di Camargo - criança
Wigor Lima .... Luciano - criança
Marco Henrique .... Emival
Maria Flor .... Solange
Natália Lage .... Cléo
Jackson Antunes .... Zé do Fole
Pedro .... Leandro
Thiago .... Leonardo
Lima Duarte
José Dumont

FICHA TÉCNICA

Produção .... Luiz Noronha
Produção .... Leonardo Monteiro de Barros
Produção .... Pedro Buarque de Hollanda
Produção .... Breno Silveira
Música .... Zezé di Camargo
Fotografia .... André Horta
Direção de Arte .... Kiti Duarte
Figurino .... Cláudia Kopke
Edição .... Vicente Kubrusly

PRODUTORAS

Conspiração Filmes
ZCL Produções
Columbia TriStar do Brasil

DISTRIBUIDORA

Columbia TriStar do Brasil

ERROS

1. Mesmo antes de ser lançado já podemos ver um erro bem óbvio. No Domingão do Faustão os garotos que fazem o papel de Zezé e de seu irmão quando crianças apareceram tocando violão. O garoto que faz o papel de Zezé além de se parecer com ele, também toca e canta de verdade. O erro porém é: "Zezé Di Camargo é canhoto, e o garoto que faz seu papel quando criança é destro." (Contribuição de Isaias Marcos dos Santos - Três Corações / MG - Fã de Carteirinha)

2. Quando o seu Francisco está próximo a soldados marchando, passa atrás dele uma guarda bandeira composta por oito militares, sendo um deles mulher. Mas em 1972 não existiam mulheres militares no Brasil! (Contribuição de Gildomar Lima - Fortaleza / CE - Fã de Carteirinha)

3. Na cena em que a dupla, ainda criança, vai tocar na rodoviária para ganhar dinheiro, um homem, comendo coxinha, se aproxima dos dois e pede para eles tocarem. Em uma cena a coxinha ainda não está mordida, na outra já está mordida e na próxima ele ainda está mordendo ela. (Contribuição de Rafael Espírito Santo - Aracaju / SE - Fã de Carteirinha)

4. Na época retratada pelo filme, o logotipo do Bradesco que aparece no filme era outro. (Contribuição de Rafael Espírito Santo - Aracaju / SE - Zilda Mariano Borges - Everton Santos Vasconcelos - Helder Barbosa - Fãs de Carteirinha)

5. No início do filme, Zézé é presenteado com uma Harmônica (Gaita). Pois bem, a gaita que ele ganha é uma Hering Free Blues, (afirmo com essa certeza por causa do som e principalmente pelo ABS VERMELHO.) esta foi lançada pela Hering a uns 5 anos, portanto impossível de ser comprada na época da infância de Zezé. Por ser a gaita mais barata e fácil de comprar no Mercado, tá na cara que o DIRETOR mandou comprar um gaita qualquer para o filme e não atentou a esses detalhes. Você pode confirmar no site: www.heringharmonicas.com.br. (Contribuição de Carlos Thiago de M. Ferreira - Natal / RN - Fã de Carteirinha)

6. Ainda na falando de Gaita, na cena que ele vai tocar para o pai no roçado, ele "quase" consegue tocar uma música. Até que as notas estavam compondo uma melodia. Mas tem um detalhe interessante, que mostra que o Zezézinho estava nitidamente dublando. Quando ele estava soprando a gaita mais para a direita (Região dos sons agudos) o som emitido era o das notas graves. Ora, isso parece um detalhe muito técnico? Que nada! Qualquer pessoa ou criança que não saiba nada de música ao ficar na frente de um piano e começar a tocar nas teclas, vai perceber que as da esquerda fazem um som GRAVE e quanto mais a Direita ele for tocando mais AGUDO fica o som! (Contribuição de Carlos Thiago de M. Ferreira - Natal / RN - Fã de Carteirinha)

7. Ainda no campo musical, vem o erro mais BIZARRO e notável pelo mais leigos em música. Por favor alguém pode me explicar como o grande ZÉ DO FOLE (Jackson Antunes) pode tocar sua sanfona com a mão FECHADA? Por incrível que pareça a cena foi Ensaiada, Filmada, Editada e mesmo assim foi LANÇADA no filme. Se não quiserem esperar sair o DVD pode ir comprar o ingresso novamente para ver essa cena que vale a pena. É só reparar na mão esquerda dele, a mão que fica nos baixos (aquelas bolinhas pretas), além de fechada, a mão não chega nem a tocar nas teclas! É incrível Agora me respondam, pra uma participação tão rápida, e quase sem diálogo, o que custava chamar um sanfoneiro de verdade? (Contribuição de Carlos Thiago de M. Ferreira - Natal / RN - Fã de Carteirinha)

8. Essa não tem relação com música, mas também não pude deixar de notar. Numa cena, na cidade grande, com Zezé já adulto perambulando pela rua. Tem uma hora que eles fazem um merchan do banco BRADESCO. O problema é que eles filmam uma agência atual, digo isso pois a LOGOMARCA que aparece é essa mais nova que foi lançada a 2 anos. (Contribuição de Carlos Thiago de M. Ferreira - Natal / RN - Fã de Carteirinha)

9. Um filme em que a temática musical é muito grande, com toda certeza vai atrair muitos músicos. Para não ser muito chato e técnico demais, eu não citei todos (erros nos acordes formados, discordância entre nota feita e som emitido, tanto na Sanfona, como no violão e na gaita). (Contribuição de Carlos Thiago de M. Ferreira - Natal / RN - Fã de Carteirinha)

10. Quando a família de Francisco está reunida um dia à noite, ainda no Sítio Novo em Goiás, com Zezé Di Camargo e os irmãos ainda novos, e estão ouvindo rádio, está tocando uma música com Chitãozinho e Xororó. Não há um erro de tempo nesta cena, já que não havia esta dupla nesta época ainda? (Contribuição de Renato Goltara - Fã de Carteirinha) Um erro que eu percebi durante o filme, acontece quando o seu Francisco está com Zezé no colo, recém nascido e está tocando Chitãozinho e Xororó no rádio, Zezé nasceu em 1962 e a dupla começou a fazer sucesso em 1970. E se não me engano está tocando Nascemos pra cantar. (Contribuição de Daiane Aguilera - Fã de Carteirinha)

11. Na cena em que Zezé di Camargo, já adulto, ronda a cidade de São Paulo atrás de gravar suas músicas, aparece um ônibus com o logotipo da prefeitura da Marta Suplicy. E isso que o ano era mais ou menos em 1987, 1988. (Contribuição de Maria Fernanda - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

12. Na cena em que a família Camargo se muda para Goiânia, aparece primeiro o Mirosmar carregando seu irmãozinho Welson, muda a cena, e volta com o pequeno Welson sendo carregado pela mãe. (Contribuição de Maria Fernanda - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

13. Observe o telefone público (orelhão) que aparece. O telefone naquela época era creme com o símbolo da Telebrás de vermelho ou o orelhão com a cor vermelha. No filme o orelhão foi mostrado duas vezes com a cor verde da atual administradora de telefones, a Brasil Telecom. (Contribuição de Helder Barbosa - Goiânia / Go - Fã de Carteirinha) Após a cena da guarda-bandeira, podemos ver ao fundo um orelhão da Brasil Telecom, só que naquela época, não tinha Brasi Ttelecom ainda! (Contribuição de Kallil Maia - Rio de Janeiro / RJ  - Fã de Carteirinha e AlecBro - Brasília)

14. Outro erro foi a imagem nítida do microfone no vidro da Kombi quando os meninos saíram de casa com o "empresário" para percorrer o interior de Goiás. É muito rápido mas dá pra visualizar. (Contribuição de Helder Barbosa - Goiânia / Go - Fã de Carteirinha)

15. Observe a propaganda eleitoral do PSDB (número 45). Aqui em Goiás, naquela época, o PMDB era o governo e não tinha outdoors de outros partidos. Sem falar nos adesivos da ultima campanha eleitoral para prefeito daqui de Goiânia pregados e rasgados no armário da cozinha da Dona Helena, quando vieram morar em Goiânia. (Contribuição de Helder Barbosa - Goiânia / Go - Fã de Carteirinha)

16. Os goianienses perceberam. Quando passa a imagem de Goiânia, já anoitecendo, vemos a imagem do ônibus passando na principal avenida da capital, a Av. Anhanguera. é nítido a imagem do Eixo Anhanguera (de coletivo), que atravessa a avenida, que naquela época não existia. (Contribuição de Helder Barbosa - Goiânia / Go - Fã de Carteirinha)

17. Numa cena onde José Drummond (o empresário que leva os meninos para cantar pelo Brasil) está num bar almoçando, é facilmente percebido a inscrição “cerveja” numa garrafa sobre a mesa. Vale lembrar que naquela época, por volta da década 1970, as garrafas de cerveja ainda não tinham tal inscrição. (Contribuição de Everton Santos Vasconcelos - Fã de Carteirinha)

18. Em um momento em que os meninos estão viajando com o seu empresário, eles chegam a uma grande churrascaria pra cantar. Acontece que o Letreiro da Churrascaria tem escrito "RESTAURANTE SELF SERVICE". Naquele ano, salvo engano, ainda não tinha restaurante self service nesta região. (Contribuição de Paulo Sérgio Dias Pereira - Ceilandia / DF - Fã de Carteirinha)

19. Pouco antes de Francisco e sua família sair da casa do pai da Helena no sítio, Dona Helena estava conversando com Francisco no quarto, dai aparece um prato branco que ele usa para se barbear em cima de um balcão, na tomada seguinte o prato não esta mais lá, e já em seguida ele aparece de novo. (Contribuição de Jessé França - Rio do Sul / SC e Marcelo Vinholi - Campo Grande / MS - Fã de Carteirinha)

20. Quando a Dona Helena vê seu filho morto no caixão ela abraça o Francisco, e Mirosmar (Zezé) os abraça por fora. Na troca de câmera Mirosmar está abraçando somente o pai. (Contribuição de Rodrigo da Rosa - Joinville / SC - Fã de Carteirinha)

21. Na mesma cena o outro filho de Helena está na porta com a irmã e na troca de câmera o menino some e aparece no lado de Helena. Também dá para se ver que foi cortado pelo ângulo da sombra nessa cena. (Contribuição de Rodrigo da Rosa - Joinville / SC - Fã de Carteirinha)

22. Quando Welson (Luciano) está empurrando seu irmão no carrinho de rolimã, há uma mulher passando no lado de um automóvel, mas depois ela aparece no fundo da imagem. (Contribuição de Rodrigo da Rosa - Joinville / SC - Fã de Carteirinha)

23. Na cena em que o menino aprende a tocar a gaita e vai cantar pro seu pai, o prato de comida de Francisco está com macarrão por fora e carne por dentro, depois aparece carne na borda e macarrão por dentro. (Contribuição de Rodrigo da Rosa - Joinville / SC - Fã de Carteirinha)

24. Na parte em que Zezé está sentado com a Zilu na festa, ela vira o rosto e depois vira de novo. (Contribuição de Rodrigo da Rosa - Joinville / SC - Fã de Carteirinha)

25. Um dos meninos aprende a tocar o acordeão com o personagem de Jackson Antunes. O outro, do nada, já começa a tocar violão, apenas olhando o irmão tocando o outro instrumento, o que seria ilógico, porque os instrumentos têm acordes diferentes. E já que os futuros cantores estavam aprendendo música naquele momento, não dá nem para cogitarmos a hipótese de que o garoto estava tirando a música "de ouvido". (Contribuição de André Brito - Rio de Janeiro / RJ - Fã de Carteirinha)

26. Complementando a cena descrita no erro 11, um pouco depois é feita uma tomada de câmera mostrando o retrovisor externo do ônibus onde viaja o Zezé em SP. Se repararem bem, o veículo que aparece no retrovisor é uma Van modelo Sprinter da Mercedes Benz. Em 1987/88 esse tipo de carro ainda não existia no Brasil, ou quem sabe até ainda nem havia sido criado pela montadora. (Contribuição de Antônio Alex Castro - Ceilândia / DF - Fã de Carteirinha)

27. Em uma cena em que os meninos estão viajando com o "empresário" e passa por eles na estrada uma camionete D20 da Chevrolet. Detalhe: a D20 só foi lançada em 1985, portanto eles jamais teriam cruzado com esse modelo já que a historia se passa em 73/74. (Contribuição de Ivo Fonseca e Silva Pereira - São Luis / MA - Fã de Carteirinha)

28. Na cena em que o garoto "Zezé", que havia chegado em Goiânia fazia pouco tempo, vai levar comida para o pai na obra, a câmera filma a traseira de um Santana modelo 2000. Como se a cena transcorre na década de 80? (Contribuição de Gustavo Lombardi - Goiânia / GO e Leandro Rodriguez - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

29. Quando eles vão tocar no restaurante self-service, aparece do lado de fora o telefone do lugar com 8 dígitos. Sendo que 8 dígitos só foi implantado há pouco tempo. (Contribuição de Vinicius Cardozo - Belo Horizonte / MG - Fã de Carteirinha)

30. Todos os números de telefones dos estabelecimentos comerciais que aparecem no filme têm 7 dígitos (ex. -324-0556) sendo que na década de 70 inexistiam telefones com 7 dígitos. Me lembro que na década de 70 meu telefone em Londrina, Paraná era 27-0623. Os de sete dígitos só existiam no Rio de Janeiro e em São Paulo. (Contribuição de Fábio Chagas Theophilo - Londrina / PR - Fã de Carteirinha)

31. Numa cena em que os meninos estão cantando na rádio, e o pai sobe as escadas, ao fundo tem um mapa do Brasil, neste mapa aparece o Estado de Tocantins que não existia na época. (Contribuição de Marcos Rogerio Furtado da Fonseca - Fernandópolis / SP - Fã de Carteirinha)

32. Em uma cena quando seu Chico compra fichas pra distribuir pros colegas de obra, para que liguem pra rádio pedindo o sucesso é o amor,  enquanto um colega de seu Chico fala ao telefone (orelhão) nota-se claramente o logotipo da extinta Telesp - Telecomunicações de são Paulo S/A, mas na verdade seu Chico mora e trabalha em Goiânia / GO. Não deveria aparecer o logo da cia. telefônica (aquela época estatal) do estado de Goiás? (Contribuição de Aldo J. Bachi - Araçatuba / SP - Fã de Carteirinha)

33. Na cena em que o Seu Francisco vai entregar a fita que lançou Zezé e Luciano, acontece um no momento em que a fita é entregue ao locutor. Devido a cortes e montagens o rolo que girava uma fita que supostamente estava tocando, pára de repente, e volta logo depois de outro ângulo. (Contribuição de Rafael Freitas - Fã de Carteirinha)

NOVO ERRO 34. Quando Zezé já adulto está numa praça, com a Avenida Paulista ao fundo, vemos nitidamente o prédio da Itaú Cultural, prédio este que não existia na época.

35. Tem uma cena em que Welson (Luciano), ainda bem novo na frente do espelho começa a cantar a música: "Preciso, preciso de você aqui!..." Como ele sabia a letra da música se ela nem havia sido lançada pela dupla ainda? Essa música surgiu depois de "É o amor", mas no entanto aparece no filme antes mesmo de a dupla começar a fazer sucesso com "É o amor". (Contribuição de Anderson Jonas Silva - Fã de Carteirinha)

36. Quando o Mirosmar está levando o prato de comida do seu Pai para o seu trabalho(na construção), e por trás dele passam os soldados marchando, dá pra ver nitidamente um carro Volkswagem modelo Santana azul (modelo novo-1998 em diante). (Contribuição de Arthur Souza - Manaus / AM - Fã de Carteirinha)

37. Na cena que Zeze di Camargo está no banheiro, vemos no armário do espelho um frasco verde, de plástico, de "Leite de Colônia". Só que na época do filme o Leite de Colônia só era vendido em frascos de vidro. (Contribuição de Milt Junior - Fã de Carteirinha)

ABSURDO: 38. Pude notar que todos os carros utilizavam (o correto pra época) placas amarelas, no entanto, usaram a mesma placa amarela para todos os carros que aparecem. Todos eles estão com a mesma identificação! (Contribuição de William Fahria -  Suzano / SP - Fã de Carteirinha) --> Ao assistir o filme observamos que a placa do carro MAVERICK e a placa da VERANEIO (que traz o caixão do menino morto) são a mesma. (Contribuição de Lúcia Fagundes - Curitiba / PR - Fã de Carteirinha)

39. Na parte em que Camargo e Camarguino estão voltando de carro (ou ônibus), a cena mostra um dos dois olhando pela janela. Perceba no retrovisor uma Sprinter. Na época os dois meninos não tinham nem 14 anos e esse carro não existia. (Contribuição de Itallo G. Oliveira - Fã de Carteirinha)

40. Numa das cenas do filme, Zezé aparece dando uma volta por São Paulo, e aparece um ônibus com a propaganda da prefeita Marta Suplicy. (Contribuição de Romero Morais - Fã de Carteirinha)

41. Na hora em que o Zezé já adulto entra com a Zilu e as filhas pequenas na Loja de discos perguntando sobre o seu disco (mesmo sem se identificar), a vendedora fala que a dupla do momento é Leandro e Leonardo (que na época gravou a música "Solidão"), falando que já havia atingido a marca do Disco de Ouro. Só que o primeiro sucesso de vendas expressivas da dupla foi a música "Entre Tapas e Beijos", música que veio depois do LP que a vendedora se referiu, e aparece numa espécie de quadro especial estampado na pilastra da loja, tornando meio inviável ter atingido o Disco de Ouro para uma dupla na época sem muita expressão e pouco prestígio. (Contribuição de Pedro Martins Souza - Fã de Carteirinha)

42. A bacia fantasma - Na cena em que seu Francisco e Dona Helena estão no quarto, conversando: Francisco está sentado na cama, e Dona Helena em pé, perto de um móvel onde há uma bacia branca. No momento em que mostra Dona Helena a bacia está lá. Quando a câmera muda para Seu Francisco e volta em Dona Helena, ela desapareceu. E logo em seguida, em outra tomada, ela reaparece. (Contribuição de Francieli Fagundes - Fã de Carteirinha)

43. Zezé di Camargo num ônibus aqui em São Paulo passa pelo terminal Parque Dom Pedro. Nessa cena dá para perceber o terminal coberto, quando na época era ao ar livre. (Contribuição de Dyana Carla Barbosa - Fã de Carteirinha)

44. Ainda nessa cena vemos um ônibus da cor amarela, sistema implantado pela gestão Marta Suplicy para diferenciar os destinos dos ônibus no município de SP. (Contribuição de Dyana Carla Barbosa - Fã de Carteirinha)

45. Ainda, no vidro do tal ônibus, existe um adesivo dos 450 anos da cidade de São Paulo, comemorado em 2004, o que não existia na época do filme. (Contribuição de Dyana Carla Barbosa - Fã de Carteirinha)

ERROS REMOVIDOS

ANTIGO ERRO 34. As cordas do violão do Zezé, justo na hora em que ele estava compondo a musica que os lançou, ele faz um singelo dedilhado, mas as cordas estão invertidas. (Contribuição de Rafael Freitas - Fã de Carteirinha) --> Para quem conhece a dupla sabe que Zezé é canhoto, e toca com o violão destro ao contrário, e sem trocar a posição das cordas. (Contribuição de Rodrigo Zardo - Fã de Carteirinha)

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PROMOÇÃO ENCERRADA

A Screen Video de Curitiba e o Falha Nossa convidaram você para conhecer os filhos de Francisco.
Eles mandaram um e-mail clicando
respondendo. Qual o endereço completo da Screen Vídeo?
E concorreram a prêmios inéditos do filme. Confira os prêmios e o resultado.

1º ao 5º lugar
1 DVD original do filme.

Bruno Cardoso Cruz - Recife / PE
Joice Maria da Rocha - Brasília / DF
Juliana Saraiva Santos - Rio de Janeiro / RJ
Macksine Nicola - Curitiba / PR
Matheus Rosário Campos - São Paulo / SP

IMAGENS E CURIOSIDADES

Estréia de Breno Silveira como diretor de longa-metragem. As filmagens tiveram início em 1º de maio na cidade de Pirenópolis, em Goiás. Foram ao todo 8 semanas de filmagens, sendo uma no Rio de Janeiro.

Escolhido como representante do Brasil ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2005.