Quer ver os erros de Matrix ? Veja a lista de filmes.
 
 

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A. I. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
HALEY JOEL OSMENT, JUDE LAW, FRANCES O'CONNOR, BRENDA GLEESON & WILLIAM HURT

No futuro, em um mundo destruído pelo efeito estufa, e com incríveis avanços científicos, os humanos compartilham suas vidas na companhia de sofisticados robôs.

Mas quando um avançado protótipo de criança é criado especialmente para amar, a reação dos humanos é totalmente incompreensível.

Ele começa a viver sua própria vida, buscando um sonho que só os humanos tem.

Cheio de maravilhas visuais e espantosos efeitos especiais.

Mas não deixe de ver os erros também.

Diretor: Steven Spilberg
Música: John Williams
Produtor: Kathleen Kennedy, Steven Spilberg & Bonnie Curtis

Gênero: Ficção

Warner Bros

Título Original: A. I. Artificial Intelligence
Tempo: 143 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2001
Recomendação: Livre

ERROS

1. O Primeiro erro está na tradução do filme para a Versão Brasileira. Se o nome do filme originalmente quer dizer Inteligência Artificial, então no Brasil deveria ser I.A. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL e não A.I.

2. Na cena da piscina, David, aparece na primeira tomada com seu shorts do lado da perna esquerda puxado, na próxima tomada ele está abaixado.

3. Existe também uma ferida no seu joelho esquerdo. Robôs tem feridas ?

4. Quantas pessoas mergulham na água para salvar o menino, 2? E como tem 3 na água?

5. ABSURDO: Quando David cai na piscina, ele fica imóvel em uma posição, e podemos ver na primeira imagem que existe um ralo localizado bem atrás dele, mas na segunda tomada depois do corte, quando a câmera vai se afastando, podemos notar que já não existe nenhum ralo naquela piscina. Ou a cena foi gravada em outro local da piscina, ou em outra piscina. Até mesmo a iluminação da cena parece mudar. [CONFERIR O ERRO]

6. Quando David olha os bonecos iguais a ele, logo ao entrar na sala, sua jaqueta está com a parte do lado esquerdo dobrada para fora, mas logo depois está normal.

7. Quando David vai cortar o cabelo da mãe, o cabelo está numa posição. Logo depois, esta em outra.

8. No fim do filme, David pousa no centro de Manhattan. A Ilha Coney está no Brooklyn e não em Manhattan.

9. Quando a mãe de David pega as cartas para ler, ela está com várias folhas na mão. Logo depois só aparece uma folha.

10. Quando David cai na piscina, a água o molha por completo e não acontece nada, não danifica em nada o robô. Mas quando resolve comer o espinafre, ele fica todo danificado por dentro.

11.  Quando a água congela, ela se expande, então deveria ter destruído a nave de David e todo o resto.

12.  No fim do filme quando David vai acordar sua mãe, a cabeça dela aparece em várias posições diferentes.

13. Sabemos pelo menos até agora, que para se ter as impressões do DNA de um cabelo, ele precisa ser arrancado pela raiz, pelo menos é o que fala o pessoal do CSI. Então como foi que os extraterrestres clonaram a Mônica com o cabelo cortado?

14.  Se os robôs eram feitos para servir, então o gigolô não poderia ter matado ninguém. E cadê o pessoal da perícia para ver que não foi ele quem matou a mulher?

15. Como é possível um robô chorar lágrimas de verdade e não pode fazer mais nada? Ele teria que ter um sensor especialmente criado para armazenar lágrimas.

16. Embora David seja um robô, o pulso da sua artéria carótida pode ser vista palpitando.

17. Antes do Gigolô Joe entrar no quarto de sua cliente, ele muda a cor do seu cabelo para loiro. Logo depois, o cabelo fica preto novamente sem nenhum motivo. (Colaboração de Wallace Santos - Recife / PE - Fã de Carteirinha)

18. Na seqüência final do filme, quando David esta com a sua mãe clonada, o narrador diz que lá fora já esta escurecendo. Porém na última tomada do filme, quando a câmera esta se afastando da casa, vemos claramente todas as janelas da casa e não tem nenhuma cortina fechada. (Contribuição de Flávio Siebert - Santo André / SP - Fã de Carteirinha)

OBSERVAÇÕES

No futuro, em meio ao coma do filho adolescente, homem adquire a posse de um andróide perfeito, projetado para simular emoções e dependência. Este é um dos mais controversos filmes de 2001 e também um dos trabalhos mais ambiciosos e pessoais de Steven Spielberg (O Resgate do Soldado Ryan). O roteiro do diretor, que adapta um conto de Brian Aldiss, era um projeto pessoal de Stanley Kubrick, que anunciou, antes de morrer, que gostaria de ver o cineasta de E.T. - O Extraterrestre tocar a idéia à frente. Trata de temas como a busca do amor maternal, a unidade familiar, o medo da solidão, a segregação. Mas a história, mais complexa e sombria, desenvolve-se em três distintos atos. Dando unidade a todos eles está o jovem Haley Joel Osment (O Sexto Sentido), numa caracterização impagável de um humanóide que acredita em seus sentimentos, mas não pisca os olhos e não é real. Ele é bem coadjuvado por Frances O'Connor (Palácio das Ilusões), como sua mãe, e Jude Law (O Talentoso Ripley), como o companheiro de exílio durante o segundo ato. Não é um filme fácil, feito para entreter, o que explica o relativo fracasso nas bilheterias mundiais.  (Colaboração de Diego da Silva Santos - Paulista / PE - Fã de Carteirinha).

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