VOLTAR FILMES 28

 
   

AOS TREZE
EVAN RACHEL WOOD, NIKKI REED & HOLLY HUNTER

Aos Treze acompanha a transformação de Tracy (EVAN RACHEL WOOD), que no início é uma estudante promissora que ainda brinca com ursinhos de pelúcia e bonecas. Porém, ao entrar para o ginásio, Tracy entra em contato com a forte pressão dos grupinhos, e vê o poder de atração de Evie Zamora (NIKKI REED), conhecida como “a garota mais sexy da escola”. Popular, bonita como uma modelo, e arrogante de um jeito irresistível, Evie representa tudo o que Tracy quer ser.

No início, Tracy não tem esperança de ser aceita na turma de Evie. Ela se comporta da maneira errada, não tem amigas descoladas e, principalmente, não sabe se produzir. Porém, pouco a pouco Tracy consegue se transformar no ideal máximo de uma adolescente de 2003. Ela aprende a se maquiar, a se vestir, a ter a atitude certa.

Tracy acaba aprendendo os truques para se tornar popular, consegue se tornar a melhor amiga de Evie, e até passa a chamar a atenção dos meninos. Acontece que, quanto mais Tracy entra na vida adulta prematuramente, maiores são os riscos. Ela se distancia da mãe (HOLLY HUNTER), começa a matar aulas e, embora deteste o namorado da mãe (JEREMY SISTO), um ex-viciado, passa a usar drogas.

Apesar de tudo, Tracy tem apenas treze anos, e vive num redemoinho de sentimentos em que tudo o que faz, diz e deseja, tem uma importância enorme para ela. E ela ainda tem a vida toda pela frente.

Mas não deixe de ver os erros também.

Diretora: Catherine Hardwicke
Escritores: Catherine Hardwicke & Nikki Reed

Gênero: Drama

Site Oficial: http://foxfilm.terra.com.br/aostreze/main.html

20th Century Fox

Título Original: Thirteen
Tempo: 100 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2003 - USA / UK - Estréia Nacional dia 17 de outubro de 2003
Recomendação: 14 anos

ELENCO

Evan Rachel Wood .... Tracy
Nikki Reed .... Evie Zamora
Holly Hunter .... Melanie
Jeremy Sisto .... Brady
Brady Corbet .... Mason
Deborah Unger .... Brooke
Kip Pardue .... Luke
Sarah Clarke .... Birdie
Vanessa Anne Hudgens .... Noel
Ulysses Estrada .... Rafa
Sarah Cartwright .... Medina
Jenicka Carey .... Astrid
Jasmine Salim .... Kayla
Tessa Ludwick .... Yumi
CeCe Tsou .... Mulher de negócios

FICHA TÉCNICA

Co-roteirista .... NIKKI REED
Produtores .... JEFFREY LEVY-HINTE & MICHAEL LONDON
Diretor de Fotografia .... ELLIOT DAVIS
Desenhista de Produção .... CAROL STROBER
Editora .... NANCY RICHARDSON, A.C.E.
Figurinista .... CINDY EVANS
Música .... MARK MOTHERSBAUGH
Supervisão Musical .... AMY ROSEN & MICHELLE NORRELL

PRODUTORAS

Antidote Films
Michael London Productions
Venice Surf Club
Working Title Films

DISTRIBUIDORAS

20th Century Fox Film Corporation
Centfox Film Ges.m.b.H.
Fox Searchlight Pictures

ERROS

1. Depois de voltarem do parque, há uma cena de Evie na cama enquanto Tracy e Mel conversam. Evie está com a cabeça num travesseiro marrom, mas sempre que ela é vista pelo espelho, o travesseiro é azul.

2. Quando Tracey e Melanie estão comprando roupas no carro podemos perceber que os transeuntes ficam olhando para as atrizes e para toda a equipe de filmagem.

3. Depois de Tracy cortar seu braço com a tesoura, ela volta para cama e ela está usando uma camisa longa azul enquanto dorme, mas na próxima cena dela com Evie ela está usando uma camisola verde.

4. No começo do filme na cena em que Melanie diz para Tracy pegando em seu cabelo: ''Você ficaria ótima se a gente fizesse uma mecha loira bem aqui". Há dois erros nesta cena: O primeiro acontece quando a câmera está pegando Tracy pela frente. Nessa tomada Melanie já está com o cabelo de Tracy na mão segurando-o para trás, mas na próxima tomada por trás de Tracy, o cabelo dela está normal, e só então Melanie o puxa para trás dizendo a frase citada no começo. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

5. O segundo erro acontece com as pulseiras no braço de Melanie. Reparem que entres as tomadas de frente e costas de Tracy, as pulseiras mudam de posição, de quantidade e de modelos. Reparem que na tomada de costas todas as pulseiras estão ao punho de Melanie, e existem poucas pulseiras, inclusive uma de cor cristal. Já na tomada de frente aparecem várias pulseiras esparramadas pelo braço dela, e não vemos mais a de cor cristal. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

6. Quando Tracy vai ler o poema para Melanie uma mulher chega com uma menina que Tracy chama de Keila. Quando a mulher entra, ela deixa um Mini System cor rosa em cima da mesinha perto do lanche. Nas cenas após Tracy ter lido todo o poema para Melanie, reparem que o Mini System muda de posição na mesinha atrás de Melanie. A primeira posição é de frente, depois ele aparece de costas, e em seguida volta a aparecer de frente. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

7. No colégio onde Tracy está com suas duas amigas, a morena e a japonesa, reparem que a roupa da morena muda de posição entre as tomadas da fala dela, para fala da japonesa. Primeiro a blusa está bem fechada, e depois aparece bem aberta e decotada. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

8. Primeira tomada: Tracy começa a tirar seus ursinhos de cima da cama e jogá-los no chão. Segunda tomada: A mãe de Tracy entra no quarto. Terceira tomada: Tracy continua jogando os ursinho no chão. Reparem na quantidade de ursinhos da primeira para a terceira tomada, além de aumentar, aparecem vários ursinhos de cor marrom que não existiam antes. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

9. Na cena em que Melanie deixa Tracy e Evie no centro da cidade, ainda com o carro parado ela liga para a mãe, para Brooke, suposta mãe de Evie. Repare que ela diz: ''Oi aqui é Melanie a mãe de Tracy''. Há um erro no meio dessa fala. Observe que quando ela diz: ''Oi'' ainda podemos ver Evie ao fundo esperando por Tracy que acabara de sair do carro, mas quando ela termina a frase dizendo ''... aqui é Melanie a mãe da Tracy'', o cenário onde estava Evie muda, ela não está mais lá, e um carro vermelho está passando. Esse erro é inaceitável, o cenário não poderia mudar no meio de uma fala, ou seja, não se passou nenhum segundo do ''Oi'' para o resto da frase. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

10. Quando Tracy e Evie encontram dois rapazes no parque, e pergunta se eles queriam comprar "um bagulho", repare que quando eles se encontram, há um menino de capacete vindo correndo lá atrás dos dois rapazes, tem um corte rápido para um nova tomada e o menino já aparece ao lado dos rapazes. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

11. Na cena em que Tracy e Evie vão comer os pedaços de Pizza deixados pelos rapazes, há alguns objetos no chão atrás delas. São eles: um toca-fitas, garrafas descartáveis e uma bisnaga de Catchup. Reparem que esses objetos mudam de posição da cena em que elas vão comer a pizza, para a cena em que elas deixam o local. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

12. Na cena em que Tracy e Evie vão fazer xixi no quintal da casa, vemos Tracy acariciando o cachorro, o irmão dela aparecendo rumo a janela lá dentro da casa. Nesse momento Evie que estava agachada fazendo xixi atrás da casa, se levanta, vai até a janela e fica rebolando provocando o irmão de Tracy que está dentro da casa. Como Evie já sabia que o irmão de Tracy estaria perto da janela? Ele não conversou com Tracy! Ele não fez barulho nenhum! Ele não estava na janela e sim na direção dela, e dentro da casa. Então Evie não deveria saber que ele estava ali, mas mesmo assim ela sai de trás da casa já olhando para a janela. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

13. Quando Tracy e Evie estão juntas com os rapazes, e Rafa o rapaz que ia ficar com Tracy faz um Rap com a boca, ouça essa parte nas três versões, Inglês (original), Espanhol e Português. Na versão inglês a imitação do Rap está perfeita, na dublagem em espanhol está idêntica ao Inglês, agora na versão em Português está péssimo, a dublagem brasileira está totalmente diferente, sem ritmo e sem sentido, o que pode ser considerado sim, um erro. O estúdio que dublou deveria achar alguém mais apropriado para essa imitação. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT -  Fã de Carteirinha)

::Enviar informações deste filme::
Clique aqui para enviar erros e comentários apenas deste filme.

PROMOÇÃO ENCERRADA

::..Promo Fox - Aos Treze..::

A Fox Film do Brasil, e o Falha Nossa convidaram você a falar a verdade!
Eles mandaram um e-mail respondendo: Você participa ou já participou de algum grupo? Qual?
E concorreram a prêmios exclusivos do filme. Confira os prêmios e o Resultado.

1º ao 15º lugar:
01 par de ingressos para ver o filme.

Adriano Ferreira Fernandes - Franca / SP
Caio Guimarães Andrade - Aracaju / SE
Camila C. da Silva - Pirituba - São Paulo / SP
Diogenes Leme de Souza - São Vicente / SP
Diva Stering Teixeira - Salvador / BA
Graziela Oliveira - Santa Bárbara do Sul / RS
Iracema Alcoforado - Santos / SP
João Eduardo Nicaretta - Aparecida de Goiania / GO
João Paulo de Nápoles Souza Lucas - Belo Horizonte / MG
Leonardo Goes Shibata - São Paulo / SP
Mariana Thomaz de Aquino - Cuiabá / MT
Renato Pereira dos Santos - Recreio / RJ
Ruth Pimenta Ribeiro - Duque de Caxias / RJ
Sergio S. Anjos - São Paulo / SP
Tatiana Carla M. Medeiros - Curitiba / PR

A Fox Films e o Falha Nossa agradecem a participação de todos.

::.. FOX ..::

IMAGENS E CURIOSIDADES

NOTAS DA PRODUÇÃO

O que significa ter 13 anos hoje em dia? Esta é a idade em que se torna fundamental estabelecermos nossa identidade, individualidade e a noção da importância que temos no mundo. Mas nos dias de hoje, a pressão sobre as meninas de 13 anos – que são bombardeadas pela mídia com expectativas de que sejam sensuais, lindas e seguras de si – é maior que nunca. Jeans de cintura baixa, piercings e pequenos delitos tornaram-se símbolos de uma geração que tenta desesperadamente encontrar seu caminho.

Aos Treze trata do tema com sinceridade, clareza e paixão, usando uma câmera bastante dinâmica para captar tanto a alegria atordoante quanto a angústia de chegar à adolescência. Com uma diretora estreante e duas atrizes adolescentes, o filme mergulha de forma seca e reveladora na adolescência em 2003, e é um retrato provocador daquilo que as adolescentes de hoje pensam, fazem, sentem e tudo por que têm de passar. Aos Treze, que rendeu a Catherine Hardwicke o prêmio de Melhor Direção do Festival de Cinema de Sundance, é um projeto único, com roteiro escrito a quatro mãos por Catherine e Nikki Reed, de 13 anos, que viveu muitas das situações retratadas na tela. Juntas, criaram um filme arrebatador sobre os grupinhos e conflitos, os perigos escondidos e os rituais secretos, as esperanças e sonhos de duas garotas em busca de seu lugar num mundo novo para o qual quase não existem mapas.

Em toda parte – nas escolas e nos shoppings, na televisão e nas revistas – vemos meninas com roupas minúsculas usando saltos altíssimos, ostentando tatuagens e maquiagem, vivendo intensamente muito antes de completarem 18 anos.

Essas meninas independentes e ambiciosas são muito diferentes das gerações reprimidas e comportadas do passado. Mas o que leva essas garotas – na idade em que estão mais vulneráveis e começando a desenvolver sua autoconfiança e estruturando as primeiras camadas de suas frágeis identidades – a despenderem tanta energia (e tanto dinheiro) tentando se adequar a um ideal abstrato de mulher descolada, magra, sexy e disposta a tudo?

Muitos sociólogos e terapeutas de família deram o alarme sobre essas expectativas e seus efeitos sobre as adolescentes, que são subitamente jogadas num mundo de consumismo, sexo, drogas e agressões. Sempre existiram adolescentes rebeldes, porém, agora os extremos se tornaram a regra, e até mesmo os adolescentes mais inteligentes e comportados estão sendo envolvidos pela pressão para se adequarem a uma imagem ideal segundo os padrões da escola.

A diretora Catherine Hardwicke entrou em contato mais de perto com essa realidade e seu impacto nocivo sobre a vida de uma menina ao sair com um homem que tinha uma filha pré-adolescente. Mesmo depois que Catherine e o namorado terminaram, ela continuou a sair com a garota, chamada Nikki Reed. Quando Nikki completou 13 anos, Catherine testemunhou uma mudança significativa e inquietante da garota. Ela se tornou inexplicavelmente agressiva, fechada. Começou a passar horas, literalmente, se arrumando pela manhã como se estivesse se preparando para atuar na cena principal de um filme todos os dias, como se suas oportunidades na vida dependessem de sua aparência.

Preocupada, Catherine passava mais tempo com Nikki, tentando despertar na menina o interesse pela arte ou por qualquer coisa que a trouxesse de volta ao mundo real. Quando Nikki demonstrou grande interesse em atuar, Catherine a incentivou e decidiu compartilhar um de seus sonhos com Nikki: escrever e dirigir um roteiro. Uma desenhista de produção de renome, Catherine Hardwicke havia passado horas em sets de filmagem absorvendo conhecimentos sobre a realização de filmes de inúmeros diretores de sucesso.

No princípio, as duas pretendiam escrever uma comédia adolescente leve. Porém, à medida que Catherine pedia a Nikki para fornecer detalhes específicos do que realmente ocorre com os adolescentes atualmente, surgiu uma história bem mais pungente: a história real das experiências de Nikki quando entrou para o ginásio. Nikki Reed, então, revelou um mundo movido a confusão, raiva, rebeldia e medo de não ser aceito; um mundo repleto de sexo, preocupação com a moda, distúrbios alimentares, furtos em lojas, automutilação e drogas. Catherine ficou perplexa.
Nikki recorda: “Essas coisas começaram a surgir sem explicação – o quanto me afastei da minha mãe, o quanto a aparência passou a ser importante, como empurram as imagens pela sua ´goela abaixo`, o quanto é difícil distinguir amor verdadeiro do falso – e nós duas percebemos que esta história tinha algo de muita importância”.

Catherine conta: “Eu queria saber do que as garotas dessa idade realmente falam, e quando a Nikki começou a se abrir, as coisas foram ficando bem mais interessantes e desafiadoras do que qualquer trama adolescente que pudéssemos imaginar. Passei a acrescentar à história dela, as minhas próprias observações sobre sua mãe, que, assim como a personagem Mel, é cabeleireira; sobre assuntos sobre os quais conversei com os pais dela, tudo resultou em algo que eu nunca tinha previsto. À medida que escrevíamos cenas, Nikki e eu as encenávamos, e eu vi logo que a história que estávamos desenvolvendo era um material impactante e cheio de vida”.

Catherine e Nikki escreveram a primeira versão do roteiro em apenas seis dias, durante as férias de inverno da garota. Nikki voltou às aulas, mas a essa altura Catherine já estava totalmente envolvida com o projeto. “Eu estava com pressa porque me dei conta de que teria de filmar até o verão, já que queria que a Nikki atuasse no filme, e que ela ainda estivesse com 13 anos. Ainda por cima, não queria que perdesse aulas, para não jogar ainda mais pressão sobre ela”, diz a diretora.

Catherine Hardwicke apresentou o projeto a dois produtores: Jeffrey Levy-Hinte, com quem tinha trabalhado como desenhista de produção em Laurel Canyon, e Michael London, cujos créditos incluem 40 Dias e 40 Noites. Ambos ficaram fascinados pelo material.

No entanto, o roteiro assustou muita gente em Hollywood com sua visão sem censura e com um realismo sem concessões da vida dos adolescentes. “Todos que liam o roteiro gostavam dele, mas o consideravam muito arriscado”, revela London. E acrescenta: “Avisamos a Catherine de que talvez as coisas demorassem um pouco mais do que ela esperava, mas ela nunca acreditou nisso. Ela repetia, ‘Seja qual for a quantia que vocês consigam, e seja qual for o elenco que consigamos reunir, vou fazer o filme’”.

Determinada a fazer o filme o mais rápido possível, Catherine Hardwicke fez tudo o que pôde para não deixar passar o momento. Utilizando uma câmera digital, filmou uma cena apenas com Nikki Reed, uma amostra do visual que o filme poderia ter. Reescreveu o roteiro uma série de vezes. Quando ouviu que Holly Hunter estaria interessada em interpretar Mel, a mãe de Tracy, voou para Nova York e convidou a atriz para ir à Califórnia passar uma noite na casa de Nikki e sua família.

“Eu queria mostrar a ela de onde tinha surgido o roteiro”, explica a diretora. E prossegue: “Quando falei sobre a Nikki, a Holly ficou de queixo caído. ‘Você está dizendo que escreveu este roteiro junto a uma menina de 13 anos?’, ela perguntou. Ela ficou realmente impressionada, pois gosta que seu trabalho venha de situações reais”.

Holly Hunter diz acerca do roteiro: “No momento em que li o roteiro, achei-o forte, extremamente visceral. Era muito atual, falando do que passa neste exato momento. Tinha a mesma energia que se sente quando se está no meio de uma turma de jovens de 13 anos. E no meio das duas meninas estava Mel, com sua própria trajetória. Acho que com a inclusão da dinâmica da família a história se tornou ainda mais universal e humana”.

Fonte: Fox Film do Brasil