VOLTAR BLOCO 17

 

 
 

CARANDIRU
Milton Gonçalves & Rodrigo Santoro

Baseado no livro ''Estação Carandiru'', o filme retrata o cotidiano dos internos do maior presídio da América Latina, sob a perspectiva de um médico.

A nova produção de Hector Babenco distribuída pela Columbia, conta com um elenco principal de 26 atores, entre jovens talentos e veteranos, e cerca de 8 mil figurantes e conta com o ator Rodrigo Santoro interpretando o papel de um travesti, o filme estreou nos cinemas em todo o Brasil no dia 11 de abril.

Com um orçamento de R$ 12 milhões, rodado, em parte, na casa de detenção que dá nome ao filme, Carandiru aborda as questões retratadas em Estação Carandiru, livro de Dráuzio Varella que, há aproximadamente 150 semanas figura na lista dos mais vendidos.

No livro e na película aborda-se a questão do relacionamento entre os presos. A cumplicidade, a fidelidade e o peso da palavra entre os presos são alguns dos elementos retratados. Afinal, foi esse conjunto de regras não escritas, porém cumpridas à risca, que fascinou o médico/escritor.

Varella resolveu contá-las em livro. Já o cineasta encantou-se, além desse aspecto, pela história do médico que, "sem preconceitos, sem julgamentos morais, passou a fazer trabalho dos mais corajosos no Carandiru".

Mas não deixe de ver os erros também.

Diretor: Hector Babenco
Escritores: Hector Babenco, Fernando Bonassi & Victor Navas

Baseado no livro de Dráuzio Varela

Gênero: Drama / Crime

Site oficial do filme: http://carandiru.globo.com/ e www.carandiru.com.br

Columbia

Título Original: Carandiru
Tempo: 146 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2003 - Brasil
Recomendação: 18 anos

ELENCO

Luiz Carlos Vasconcelos .... Médico
Mílton Gonçalves .... Chico
Aílton Graça .... Majestade
Maria Luísa Mendonça .... Dalva
Aída Lerner .... Rosirene
Rodrigo Santoro .... Lady Di
Gero Camilo .... Sem Chance
Floriano Peixoto .... Antônio Carlos
Vanessa Gerbelli .... Célia
Ricardo Blat .... Claudiomiro
Wagner Moura .... Zico
Caio Blat .... Deusdete
Júlia Ianina .... Francineide
Sabrina Greve .... Catarina
Lázaro Ramos .... Ezequiel
Gabriel Braga Nunes .... Sérgio
Antônio Grassi .... Seu Pires
Rita Cadillac .... Rita Cadillac
Enrique Diaz .... Gílson
Sabotage .... Fuinha

FICHA TÉCNICA

Produção .... Hector Babenco
Produção .... Flávio R. Tambellini
Desenho de Produção .... Caio Gullane
Edição .... Mauro Alice

PRODUTORA

Globo Filmes

DISTRIBUIDORAS

Sony Pictures Classics
Columbia TriStar do Brasil

ERROS

1. A bandeira do Corinthians que aparece nas cenas de futebol tem 4 estrelas comemorativas referentes aos títulos brasileiros de 90, 98, 99 e do mundial de 2000. Acontece que o filme se passa em 92. (Contribuição de Sidnei dos Santos - Fã de Carteirinha)

2. A mesma coisa acontece com a camisa do Corinthians usado por um personagem (Majestade) na hora da execução do personagem Zico. (Contribuição de Sidnei dos Santos - Fã de Carteirinha)

3. Isto acontece também nas camisas do Corinthians usadas por figurantes na torcida do jogo de futebol. (Contribuição de Sidnei dos Santos - Fã de Carteirinha)

4. Em determinada cena aparece uma camisa com o símbolo do São Paulo FC com 4 estrelas. Duas delas representam o Bi-Campeonato da Copa Toyota conquistados em  dezembro de 1992 e dezembro de 1993. O filme se passa até outubro de 1992 quando o massacre ocorreu, portanto o time ainda não havia disputado nenhum destes títulos, e as 4 estrelas só foram acrescentadas ao escudo no final da década dos 90. (Contribuição de Sidnei dos Santos - Fã de Carteirinha) - (Contribuição de Thiago Faustino Ney Moreira da Costa - Campo Grande / MS - Fã de Carteirinha)

5. Um personagem, o cozinheiro que é o juiz, usa uma camisa da seleção brasileira com 4 estrelas. A 4ª estrela só foi acrescentada em 1994 após a conquista do Mundial, mas o filme se passa em 1992. (Contribuição de Sidnei dos Santos - Fã de Carteirinha) - (Contribuição de 'Thiago Faustino Ney Moreira da Costa - Campo Grande / MS - Fã de Carteirinha)

6. O Filme se passa no ano de 1992 quando aconteceu o Massacre, mas em uma das últimas cenas, o ator que interpreta o médico esta sentado no metrô, e atrás dele existe um anúncio da Velog, que só começou a ser veiculado no final do ano passado. Naquela época nem existia a Velog ainda. (Contribuição de Tiago A. Ribeiro - Fã de Carteirinha)

7. Em vários lugares da prisão, como celas, corredores e escritórios, há fotos de mulheres nuas ou de biquínis, e no consultório do médico, Dr. Dráuzio Varella, tem fotos assim também coladas em um armário, do tipo arquivo. São várias fotos, incluindo uma da "enfermeira do funk", dançarina que surgiu no auge da música funk, em 2001, mas o filme se passa em 1992. Fato retratado por várias cenas, como uma em que os presos assistem na tv, o então presidente Collor discursando, ano do massacre do Carandiru. Como uma personagem criada em 2001 tem sua foto em um presídio no ano de 1992? (Contribuição de Paulo R. de Almeida Prado Jr. - Santa Bárbara D'Oeste / SP - Fã de Carteirinha)

8. Quando mostra a cena da praia, só tem uma bóia na bicicleta, mas quando eles vão tomar banho aparecem três bóias. (Contribuição de Fabricio Bravim Melotti - Espírito Santo - Fã de Carteirinha)

9. Em uma das cenas que mostra a quadra, tem uma poça de lama, nela aparecem marcas de pneus de carros. Tem carros lá dentro? (Contribuição de Fabricio Bravim Melotti - Espírito Santo - Fã de Carteirinha)

10. Na 2ª ou 3ª cena após mostrar o Zico morto, aparece uma camisa do São Paulo FC. Além das estrelas estarem erradas, a logomarca do patrocinador também está. Aparece o logo da LG, mas em 1992 o patrocinador era a TAM ou até mesmo a IBF. Aquele novo uniforme (e é o que aparece no filme) é de 2000. (Contribuição de Thiago Faustino Ney Moreira da Costa - Campo Grande / MS - Fã de Carteirinha)

11. Logo atrás da cabeça do juiz na partida, um pouco à esquerda da tela, dá pra ver outra camiseta da seleção com o número 11, mas estas camisetas com esse número só começaram a ser vendidas depois da copa de 94 por causa do Romário. Antes deste ano só era vendida camisetas do número 10 (Pelé). (Contribuição de Thiago Faustino Ney Moreira da Costa - Campo Grande / MS - Fã de Carteirinha)

12.  Na cena em que todos os presos ficam de cueca, suas cuecas estão brancas e limpas. Muito normal isso no Carandiru, não? (Contribuição de Bruno Tasca - Salvador / BA - Fã de Carteirinha)

13. Na cena em que na cela Deuzete lê uma carta para Zico (carta que recebeu de sua mãe) são 2 folhas de caderno totalmente em branco! (Contribuição de Myriam Heringuer dos Santos - Porto Alegre / RS)

14. Um dos erros mais grotescos no filme Carandiru, é onde o médico Drauzio Varella aparece em todas as cenas onde examina ou medica os presos sem qualquer tipo de proteção, onde em qualquer hospital, clinica, os profissionais da saúde utilizam luvas para evitarem contaminação, o que não ocorre no filme. (Contribuição de Ricado de Magalhães - Fã de Carteirinha)

15. O travesti Lady Di (Rodrigo Santoro) e seu marido estão assistindo aos primeiros capítulos da novela Deus Nos Acuda - há uma cena clássica, em que a Cláudia Raia está nua em um navio e beija o Edson Celulari. No dia 02 de outubro de 92, dia do massacre, a novela de fato estava no ar, mas a cena foi exibida nos primeiros capítulos da trama, que começou no dia 31 de agosto. (Contribuição de Alessandra - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

16. Após roubarem a joalheria de um shopping e matarem um de seus comparsas, dois bandidos são presos às portas de um Cingapura, um dos conjuntos erguidos com o objetivo de urbanizar as favelas. O filme se passa em 1992, mas o Cingapura foi construído durante a gestão de Paulo Maluf, que só tomou posse do cargo no ano seguinte. A prefeita de São Paulo em 1992 era Luiza Erundina. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha)

17. Nesta mesma cena, os dois são presos por Policiais Militares. Porém, são colocados no "chiqueirinho" de uma viatura da Polícia Civil. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha)

18. O fardamento utilizado pelos PMs não é fidedigno, possivelmente sendo da PM de outro Estado que não São Paulo. Mesmo em 1992 a PM de São Paulo não utilizava o fardamento do filme. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha)

19. Muitas das viaturas utilizadas no filme eram veículos que não existiam em 1992. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha)

20. Na hora da invasão, é de surpreender o número de PMs armados com submetralhadoras INA. As INAs da PM de São Paulo foram desativadas no final dos anos 70, quando foram substituídas pela Beretta M-12. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha)

21. Quando o ator Caio Blat está se afogando, aparece em algumas vezes barcos, que se forem olhados com detalhes dá pra ver cinegrafistas e câmeras. (Contribuição de Rodrigo Guimarães - Espírito Santo - Fã de Carteirinha)

22. Existe uma cena também que no fundo dá pra ver um câmera filmando e ainda fazendo sinal. (Contribuição de Rodrigo Guimarães - Espírito Santo - Fã de Carteirinha)

23. O filme relata uma história que aconteceu no ano de 1992, e aparecem carros com três letras na placa que só vieram aparecer depois. Naquela época os carros tinham duas letras. (Contribuição de Lincoln Ferdinand Oliveira Silva, Taiguara Fernandes de Sousa e Lucas Ferdinand Oliveira Silva - Campina Grande / PB - Fãs de Carteirinha) e (Contribuição de Gabriel Otávio - Fã de Carteirinha) --> São Paulo foi o terceiro estado a adotar placas de veículos com três letras, sendo que o primeiro foi o Paraná (em fins de 1990) e o segundo Minas Gerais. O processo de adoção destas placas em São Paulo teve início em fins de 1991, de modo que na época do filme já seria perfeitamente possível existir veículos com placas de três letras, porém não em grande quantidade, e as existentes nessa época no Estado deveriam todas ser iniciadas pela letra "B". Alguns estados da região Norte ainda emitiam placas amarelas até cerca de 1998. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha) --> Ocorre que em 1992, o filho de Majestade e Dalva que aparece no presídio com a mãe durante uma visita, já tem uns 10 anos. Ou seja, Majestade conhece Dalva por volta de 1982 e nessa época tais placas ainda não existiam. (Contribuição de Julio Gouveia - Fã de Carteirinha)

24. Numa cena no começo do filme, é mostrada a cela do personagem Peixeira, e na parte de cima do beliche tem um preso dormindo com uma touca branca com uma faixa vermelha e preta na parte de baixo, essa touca é na verdade da torcida Independente do São Paulo, porém esse tipo de touca não existia em 1992. (Contribuição de Luis Eduardo Menoita Alves - Fã de Carteirinha)

NOVO ERRO 25. Quando Majestade saca a arma e o ex-noivo de sua mulher corre, ele leva um tempo enorme para percorrer uma distância muito curta. Um tempo muito grande para alguém que está fugindo de levar um tiro, não acham? (Contribuição de Uilei Coutinho - Macaé / RJ - Fã de Carteirinha)

26. A cena em que aparece a tropa de Choque no lado externo da cadeia, mostra os soldados apenas com cassetetes e escudos. Já quando a tropa invade a cadeia, os soldados estão com metralhadoras. (Contribuição de Marcio Adriano Bizzo - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha) --> Em formações de tropas de choque, o comum é que os soldados com escudos e cassetetes fiquem à frente, enquanto fica um elemento à retaguarda armado com submetralhadora ou espingarda calibre 12, efetuando a segurança do grupo, enquanto outro fica armado com uma espingarda lançadora de gás lacrimogêneo, portanto, sendo natural que tais elementos não fossem vistos. Porém, uma das maiores críticas ao comando da operação no Carandiru (o que resultou na condenação do Cel PM Ubiratan) é que não foi empregado armamento próprio para contenção de tumulto (cassetetes e gás lacrimogêneo, por exemplo) naquela operação. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha)

27. Na última cena do filme, em que mostra o preso lendo o Salmo 91, a câmera vai abrindo a imagem mostrando os presos mortos, e nota-se claramente os movimentos de respiração dos atores. Ora... morto não respira não é? (Contribuição de Marcio Adriano Bizzo - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

28. No filme um presidiário veste uma camisa do Corinthians com a estrela sobre o escudo, que representa o título de Campeão do Mundo. O ano que ocorreu o massacre do Carandiru foi em 1992 e o Corinthians conquistou este título 08 anos depois. (Contribuição de Orlando Dias Sales - Fã de Carteirinha)

29. Quando a ex-chacrete Rita Cadilaque se apresenta no pátio do presídio, ela dança sua música e desce na boquinha da garrafa, essa música só foi lançada anos depois da época em que se passa o filme. (Contribuição de Grazielle Sousa - Fã de Carteirinha) --> Ela somente usou a garrafa num modo de mostrar como usar a camisinha, e dançou na garrafa. (Contribuição de Erica Santtos - Fã de Carteirinha)

30. Em uma cena, logo no início do filme, o Dr. Varella conversa com o Diretor do Presídio em uma sala, na cena pode-se ver o personagem Deuzete que aparece entrando no presídio, só que ele aparece quase dois dias depois procurando uma vaga para dormir. (Contribuição de José Silva do Amaral - Recife / PE - Fã de Carteirinha)

31. Ainda sobre Deuzete, na história que é contada sobre sua prisão, ele pegou a arma com Zico para se defender, só que pelo cronograma do tempo Zico já deveria estar preso, pois assim que ele mata os bandidos ele espera ser preso.
(Contribuição de José Silva do Amaral - Recife / PE - Fã de Carteirinha)

32. O cartaz do filme , bem como os outdoors, onde os presos estão sentados de cueca no chão, tem vários presos repetidos. É só prestar atenção, por exemplo, no gordão que aparece. Ele está em uns 4 ou 5 lugares ao mesmo tempo! (Contribuição de Cleber Zarate - Fã de Carteirinha)

33. Um pouco antes dos soldados invadirem o presídio, o diretor disse que os presos estavam sem água e sem luz. Apesar de todo aquele tiroteio lá dentro, os personagens de Lady Dy e seu marido foram encontrados assistindo calmamente à tv. Será que eles eram surdos, e não haviam percebido o que ocorria? E a TV ligada, então? Como seria isso possível, já que o presídio encontrava-se às escuras? (Contribuição de Rosana Hernades Caldi - Fã de Carteirinha)

34. Em uma cena aparece um detento com a camisa do Grêmio/RS que é fabricada pela KAPPA (fornecedora atual de material esportivo do clube), mas na época em 1992 quem fornecia era a PENALTY. (Contribuição de Marcelo Clezar - Porto Alegre / RS - Fã de Carteirinha) e (Contribuição de Márcio Ferreira Maciel - Curitiba / PR - Fã de Carteirinha) e (Contribuição de Rodrigo Freitas - Porto Alegre / RS - Fã de Carteirinha)

35. Na cena em que o personagem de Caio Blat mata o segundo rapaz, ele chega num bar esperando ser preso! No momento a câmera filma ele de perfil e dá pra notar ao fundo uma máquina do tipo "caça níquel" no qual se aposta com moedas de 25 centavos, o que na época ainda não existia essas máquinas, e muito menos as moedas de 25 centavos.(Contribuição de Rangel Paiva - Fortaleza / CE - Fã de Carteirinha)

36. Outro erro também, pode ser detectado a respeito das garrafas de refrigerante de 2 litros, as embalagens são diferentes das embalagens da época, no qual havia um suporte preto no fundo da garrafa, e não essas embalagens que aparece no filme, principalmente na hora da visita. (Contribuição de Rangel Paiva - Fortaleza / CE - Fã de Carteirinha)

37. Tá certo que no Carandiru tinha muitos travestis que matavam as necessidades dos prisioneiros, inclusive no filme vimos isto no papel de Rodrigo Santoro, mas olhe a foto abaixo e diga se as pessoas marcadas eram travestis ou MULHERES? Parecem mais mulheres. Mas mulheres no Carandiru? Bom, fica a seu critério, mas não esqueça de olhar bem a posição das pernas (juntinhas), dos cabelos, dos quadris e coxas (mais largos) e até dos "seios". Esta imagem está no cartaz do filme do lado direito na parte inferior. (Contribuição também de Daniel Mazzei Sydow - Fã de Carteirinha)

38. Quando o personagem Deuzete, executa a sua segunda vítima, duas pessoas estão no bar em frente sentados numa mesa com duas garrafas de cerveja, ao ouvir os disparos, eles saem correndo e derrubam as duas garrafas, quando Deuzete chega no bar, as duas garrafas estão em pé. (Contribuição de Luiz Eduardo Menoita Alves - Fã de Carteirinha)

39. No início do jogo de futebol, os detentos cantam o Hino Nacional e em certo momento os policiais da muralha prestam continência. Pelo Regulamento de Continências, Honras e Sinais de Respeito das Forças Armadas, aplicável às PMs, só se faz continência quando da execução do hino se a Bandeira Nacional estiver sendo hasteada. (Contribuição de André Luiz Ferreira - Fã de Carteirinha)

40. Quando o Diretor da prisão está negociando, há um policial ao seu lado que ele chama de Coronel, mas dá pra ver que as estrelas em seus ombros são de Tenente. (Contribuição de André Luiz Ferreira - Fã de Carteirinha)

NOVO ERRO 41. Na hora da execução, tem um preso que leva vários tiros de metralhadora e mesmo assim ele pula nas grades da cela, e lá leva mais tiros e mesmo assim ele não cai nem solta das grades. (Contribuição de Marcos Click - Fã de Carteirinha)

42. A quantidade de armas automáticas nas mãos da tropa de choque é absurda. Na realidade, metralhadoras e fuzis são usadas apenas por Oficiais e Sargentos, os soldados usam apenas revólveres. (Contribuição de André Luiz Ferreira - Fã de Carteirinha)

43. Na cenas do dia da visita aparece por 3 vezes um preso que veste uma camisa de treino do Palmeiras. A primeira vez é quando Peixera atravessa o pátio durante a visita, logo que ele passa um tanque ("acho") a camisa faz sua primeira aparição. A segunda vez é quando o preso que tem duas mulheres está discutindo com elas na frente da barbearia, o preso está sentado à mesa atrás da discussão. A última vez que ela aparece é no fim da visita quando o (preso cozinheiro de bigode) está acompanhando sua esposa até a saída e atrás dele vem o preso com a camisa do verdão e sua familia. A camisa de treino azul foi implantada entre 98 e 99. Na camisa há 4 estrelas sobre o escudo, referentes aos títulos nacionais de 72/73 e 93/94, o filme se passa no início da década de 90, com se pode utilizar uma camisa que seria criada 6 anos depois, com homenagens à titulos que ainda nem haviam sido ganhos. (Contribuição de Silvio Filho - Fã de Carteirinha )

44. Na cena em que Majestade (Aílton Graça) conhece Dalva (Maria Luiza Mendonça), ela está prestando atenção no jogo e comendo uma lingüiça que está inteira e na metade do palito, quando ela se vira para ver Magestade, a lingüiça está na ponta e já mordida. (Contribuição de Maurício Antonio Zonta - Chapecó / SC - Fã de Carteirinha)

45. Outra cena da história do Magestade (Aílton Graça)... Quando Dalva (Maria Luiza Mendonça), descobre que Majestade está lhe traindo, esta vai até o quarto de Rosirene (Aida Leiner) para colocar fogo... Só que Dalva joga álcool sobre a cama e depois joga o frasco no chão... A cama pega fogo e o frasco de álcool não. (Contribuição de Maurício Antonio Zonta - Chapecó / SC - Fã de Carteirinha)

46. Na cena em que mostra pela TV carros dos bombeiros chegando ao presídio. podemos ver carros da Mercedes que não existiam naquela época.  (Contribuição de Uilei Coutinho - Macaé / RJ - Fã de Carteirinha)

47. Quando Deuzete vai pedir a Zico uma arma para acertar as contas com os estupradores de sua irmã, Zico e seus camaradas estavam escutando uma música de rap que falava "...enquanto Marcelo d2 fica só tirando onda, eu continuo fumando até a ultima ponta....", detalhe: em 1992 Marcelo d2 nem pensava em fazer carreira solo e lançar o disco "eu tiro é onda" ou até mesmo a música "eu queimo tudo até a ultima ponta". (Contribuição de Alexandre Ribeiro - Curitiba / PR - Fã de Carteirinha)

NOVO ERRO 48. Na cena em que o policial interpretado por Oscar Magrini leva um tiro na cabeça dentro do banco, ele segura a parede com as mãos, mas quem leva um tiro na cabeça não tem mais este reflexo. (Contribuição de Urbano Aparecido Gonçalves - São Bernardo do Campo / SP - Fã de Carteirinha)

49. Após o assalto da joalheria, os ladrões chegam na favela de táxi, até aí tudo bem, o problema é que o táxi era um Omega, que teve seu lancamento após o roubo que supostamente foi antes de 91. (Contribuição de Luciano Salviatto - Apucarana / PR - Fã de Carteirinha)

50. Quando já está acontecendo o massacre, um policial entra na cela do Peixeira e ele está segurando uma imagem de Cristo! Mas ele virou evangélico, e evangélicos não usam imagens. Para que ele é idolatraria? (Contribuição de Fabiane Borges - Fã de Carteirinha)

51. Tem uma cena em que Magestade vai atá uma avenida onde uma de suas esposas está se prostituindo (aquela cena onde ele corre atrás dela com uma tocha de fogo), logo no início da cena dá para perceber claramente que ela foi dublada, até aí sem problemas, o problema é que a voz da mulher não foi dublada pela própia atriz! É super esquisito, prestem atenção! (Contribuição de Diego do Valle - Rio de Janeiro / RJ - Fã de Carteirinha)

52. Quando o Chico espera para ver seu filho, repare que tem um refrigerante que não existia na época do filme. (Contribuição de Thiago Sbon)

53. Existe um erro com relação a aparição do ator Caio Blat. Tudo faz crer que a entrada do ator no filme se dá no momento em que ele entra no pavilhão e procura um lugar para ficar, onde então ele encontra o irmão de criação, Wagner Moura. Porém, logo nas cenas iniciais em que o médico caminha ao lado do diretor, um pouco antes da primeira entrada de Milton Gonçalves em cena, é possivel ver o ator Caio passar atrás dos dois atores em um corredor. (Contribuição de Flavio)

54. No início do filme, o Dr. está conversando com detentos, ou com o Diretor. Em certas tomadas aparecem pessoas atrás, mas em outras não. (Contribuição de Carlos Vieira - Florianópolis / SC - Fã de Carteirinha)

55. Na sala destinada ao Doutor, quando ele está conversando com os detentos, em cima da mesa há um pote com canetas, e em outras tomadas, nesse mesmo pote há uma lupa. (Contribuição de Carlos Vieira - Florianópolis / SC - Fã de Carteirinha)

56. Ainda nessa sala, é possível perceber que durante a conversa do Doutor com um dos detentos, a lupa aparece e desaparece entre os cortes. (Contribuição de Carlos Vieira - Florianópolis / SC - Fã de Carteirinha)

57. Quando o casal está conversando, e a mulher leva um bolo para cantar parabéns para um dos detentos, o filho aparece localizado atrás. Nessa parte de trás, em um momento da cena há fois carrinhos colocados na parede, mas em outro momento os mesmos carrinhos não estão mais naquele local. Observe que a crinaça não está com eles e nem os tirou do lugar. (Contribuição de Carlos Vieira - Florianópolis / SC - Fã de Carteirinha)

OBSERVAÇÕES

A) Quando eu vi o filme, tive a curiosidade de também ver em DVD e também com o áudio do diretor Hector Babenco. Para tirar a duvida, quanto ao uniforme e carros da policia militar de São Paulo, o figurino teve de ser este, uma vez que as autoridades governamentais não autorizaram. (Contribuição de Kassius Diego São Paulo - SP - Fã de Carteirinha)

ANTIGO ERRO 25 RETIRADO, IGUAL AO ERRO 13 - 25. A cena em que Deusdete (Caio Blat) lê uma carta para outro preso, nota-se claramente pelo reflexo da luz que o papel está em branco, ou seja, eles poderiam escrever algo no papel para não ficar tão feio. (Contribuição de Marcio Adriano Bizzo - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

ERROS RETIRADOS

ANTIGO ERRO 48. O detento Sem Chance diz, no começo do filme, ao aplicar uma injeção, que com aquele material descartável ficava muito fácil colher sangue, pois ele já teria injetado cocaína no escuro com uma seringa com uma agulha sem ponta, mais tarde, quando resolve se "casar" com o travesti Lady Di, ele aparece no ambulatório, e o travesti diz que ele (o Sem Chance) está com medo de tirar sangue para fazer o exame de HIV. Ele ficou com medo de injeção depois de virar detento? (Contribuição de Wagner Camargo Pedroni - Fã de Carteirinha) --> O medo que ele se refere não é de agulha ou de injeção como foi sugerido, e sim do resultado desse exame. (Contribuição de Erica Santtos - Fã de Carteirinha)

ANTIGO ERRO 41. Durante essa mesma negociação, um preso da janela joga um vaso sanitário perto da tropa. Mas na prisão, as celas não tem apenas latrinas? Aonde ele arrumou aquele vaso? (Contribuição de André Luiz Ferreira - Fã de Carteirinha) -->  No livro "Estação Carandiru" o autor disse que em algumas celas haviam latrinas, o que dá a entender que algumas celas tinham vaso sanitário. (Contribuição de Patricia Cibele Lourenço - Sete Lagoas / MG - Fã de Carteirinha) --> No livro há uma foto de uma cela que tem um vaso sanitário, o que pode ter sido atirado nos policiais que invadiram o presidio. Esse detalhe pode ser conferido nas fotos do livro, de onde foi inspirado o filme. (Contribuição de Bruno Wenson - Fã de Carteirinha)

::Enviar informações deste filme::
Clique aqui para enviar erros e comentários apenas deste filme.

IMAGENS E CURIOSIDADES