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DEIXE-ME VIVER
Michelle Pfeiffer e Renée Zellweger

O oleandro pode ser venenoso, como o amor de uma mãe.

White Oleander conta a inesquecível história de Astrid, uma menina que viveu uma odisséia pelos lares adotivos de Los Angeles (cada um deles com seu universo próprio, suas leis, perigos e lições), que se transforma em uma jornada de conhecimento pessoal. Baseado no best-seller de Janet Fitch, White Oleander narra a história de uma jovem e sua jornada pela vida, seu processo de amadurecimento, a felicidade e a verdadeira independência.

Depois de presenciar sua sedutora mãe, Ingrid (Michelle Pfeiffer) matar o namorado por tê-la abandonado, Astrid (Alison Lohman), de 15 anos, será afetada por toda a sua vida. A partir daí, esta jovem está totalmente só.

Pós passar por vários lares adotivos, entre eles o de Robin Wright Penn e o de Renée Zellweger, Astrid luta para dominar a técnica que precisará para sobreviver em um mundo cruel, onde foi lançada. Astrid tenta preservar a sua identidade em um ambiente bastante instável. A única constância que existe na vida de Astrid é a sua mãe, mesmo cumprindo pena, é a única grande influência para os bons e maus momentos.

Nos três anos que marcam sua passagem da infância para a juventude, Astrid precisará aprender o valor de ser independente, corajosa e forte, além de saber perdoar, amar para sobreviver e, assim, conquistar a antiga liberdade.

Mas não deixe de ver os erros também.

Diretor: Peter Kosminsky
Escritora: Mary Agnes Donaghue

Baseado no livro de Janet Fitch

Gênero: Drama

Europa Filmes

Título Original: White Oleander
Tempo: 109 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2002 - USA
Recomendação: 16 anos

ELENCO

Alison Lohman .... Astrid Magnussen
Michelle Pfeiffer .... Ingrid Magnussen
Renée Zellweger .... Claire Richards
Amy Aquino .... Srtª Martinez
Solomon Burke Jr. .... Guarda
John Billingsley .... Paramedico
Scott Allan Campbell .... Bill Greenway
Elisa Bocanegra .... Garot
Sam Catlin .... Professor
Darlene Bohorquez .... Prisoneiro
Debra Christofferson .... Marlena
Billy Connolly .... Barry Kolker
Marc Donato .... Davey Thomas
Svetlana Efremova .... Rena
Patrick Fugit .... Paul Trout

PRODUTORAS

Gaylord Films
John Wells Productions
Oleandor Productions
Pandora Filmproduktion GmbH
Warner Bros.

DISTRIBUIDORAS

GAGA Communications
Gaylord Pictures
Helkon SK
Humax Pictures Inc.
Manga Films S.L.
Mediafilm
Metropolitan Filmexport
Nu Visión de Argentina
Paradiso Entertainment
Tobis StudioCanal
Warner Bros.

ERROS

1. Podemos ver uma mala extra depois que a personagem principal prepara as valises para cada família adotiva, e que não é de ninguém.Erros do FalhaNossa.com

2. A posição do dinheiro entre os dedos da mão de Noé Wyle Astrid muda de uma tomada para a outra. Erros do FalhaNossa.com

3. O cabelo de Astrid cresce muito rápido durante o filme. (Contribuição de Oscar Scheepstra - Fã de Carteirinha)

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A Europa e o Falha Nossa agradecem a participação de todos.

::.. EUROPA ..::

IMAGENS E CURIOSIDADES

NOTAS DA PRODUÇÃO

Assim que o produtor John Wells recebeu um exemplar do romance de Janet Fitch White Oleander, ele o leu em uma só noite e, imediatamente, comprou os direitos para filmá-lo. “Os personagens foram lindamente delineados”, comenta Wells, famoso escritor, diretor, produtor e um dos criadores de ER, The West Wing e Third Watch. “É um livro extraordinariamente bem escrito, com personagens indeléveis e uma mensagem muito positiva. Senti-me totalmente envolvido na jornada de Astrid.”

Wells ficou impressionado como o romance desenvolve bem um tema tão universal como é o ato de crescer, uma experiência difícil, que nos definirá como indivíduos e nos distinguirá de nossos pais. “Se nos deparamos ou não com as adversidades que Astrid precisa enfrentar, é uma etapa que todos devem enfrentar durante a adolescência,” diz Wells. “O lado bom do amadurecimento é a de tomarmos consciência de que nossos pais têm seus próprios deslizes e frustrações, que são humanos e não onipotentes. Mesmo que o amor deles seja verdadeiro, é tão imperfeito quanto eles e devemos aceitá-los como são e ir em frente.”

O produtor Hunt Lowry teve uma reação semelhante. Depois de ler o roteiro, comunicou-se imediatamente com Wells e marcou uma reunião para o dia seguinte, dando início ao projeto. Um homem como Lowry, que recebe normalmente milhares de roteiros, confia em seus instintos e escolher aqueles que “o emocionam de maneira positiva”. “O que diferencia White Oleander dos outros roteiros que já li, é que ele me fez esquecer que estava lendo um roteiro ou vendo um filme. Submergi totalmente na trama.”

Em duas semanas de seu lançamento, o romance escalou várias posições das listas de best-seller dos jornais de todo os Estados Unidos, como o New York Times, Los Angeles Times, Washington Post e USA Today. Em agosto de 2002, um milhão e meio de exemplares tinha sido vendido. O romance alcançou, também, o reconhecimento internacional e apareceu nas listas de popularidade de países como Reino Unido e Holanda, com seus direitos vendidos em 25 países.

Para escrever o roteiro desse apreciado romance, Wells convidou Mary Agnes Donoghue, que escreveu os roteiros de o Engano (Deceived), Paraíso (Paradise) e Amigas para Sempre (Beaches).

“A intenção era apresentar a história da forma mais completa possível, tendo em mente a restrição do tempo por se tratar de cinema. Não compramos os direitos do romance para aproveitarmos apenas uma pequena parte dele e desenvolvê-la em outro contexto,” explica Wells. “Gostamos da história como um todo e queríamos uma adaptação tão fiel quanto possível, sabendo que teríamos, forçosamente, de reduzi-la. Aqueles que o leram, certamente perceberão que condensamos alguns eventos. Mary Agnes fez um trabalho excelente ao selecionar algumas partes do livro e assim que Janet Fitch leu a primeira versão, fez alguns comentários bastante úteis.”

Lowry, que acaba de produzir a adaptação de dois romances muito populares para o cinema, A Walk to Remember e Divine Secrets of the Ya-Ya Sisterhood, enfatiza a sensibilidade com que os cineastas lidam com seus filmes: “Quando se trabalha com um livro que muita gente conhece e gosta, há uma obrigação de fazer-lhe justiça. Isso, certamente, gera muita pressão mas uma pressão valiosa, porque os resultados são excelentes.”

Ao final, conseguimos um roteiro que teve aprovação da autora, coisa rara de acontecer, já que os escritores, normalmente, são excluídos do processo de desenvolvimento do roteiro e da produção. “Estava disposta a deixar o livro nas mãos deles e torcer para que saísse o melhor possível,” diz Fitch, “porque foi o que outros escritores disseram que aconteceria. Por isso, eu me surpreendi e me emocionei quando me pediram para ler o roteiro assim que foi concluído e, depois, para a primeira leitura com os atores. Foi um enorme prazer!”, continua ela, “ouvir aquelas palavras da boca daqueles que dariam vida aos personagens, personagens com quem convivi durante 4 anos e, antes, já habitavam à minha mente. Foi como viver um sonho.”

Enquanto o roteiro estava sendo escrito e Wells pensava em como adaptar a história visualmente, um amigo lhe enviou uma fita dos Warriors, minissérie ganhadora do BBC, sobre os pacifistas na Bósnia, dirigida por Peter Kosminsky. Impressionado pelo tratamento sensível dado pelo diretor a um tema tão complicado e pela sua habilidade ao unir todos os fios condutores de uma narrativa com diversos pontos de vista, Wells percebeu que Kosminsky tinha a sensibilidade perfeita para dirigir White Oleander. “É disso exatamente que precisamos, alguém que possa trabalhar com os personagens de uma maneira verdadeira e aberta, sem sacrificar emoções, sem cair no melodrama.”

Kosminsky, que trabalha e mora na Inglaterra, a princípio não quis aceitar o projeto que Wells lhe oferecia, uma vez que significava viver em Los Angeles por um certo período, o que privaria a convivência com a família. Certamente, Kosminsky já estava com sua agenda cheia de trabalho e, além disso, distanciar-se de sua família não lhe agradava muito, mas depois de ler o roteiro, disse: “não consigo resistir. Estou, sinceramente, emocionado com a jornada desta jovem e sua história.”

Ainda que a experiência de Astrid nos vários lares adotivos por onde passou tenha ajudado no seu crescimento como indivíduo, não foi intenção nem de Fitch nem dos cineastas de usar White Oleander como veículo para criticar o sistema de adoção nos Estados Unidos. Foi assim que Kosminsky entendeu e, por isso, Wells concluiu, dentre outras muitas razões, que ele seria o diretor certo para o projeto. “Algumas pessoas acham, automaticamente, que é uma afronta ao sistema de adoção, mas isto é verdade,” diz Wells. “Trata-se de uma pessoa comum que, independente das circunstâncias em que se encontra, precisa buscar sua própria identidade e sair da sombra de pais vigorosos. Os lares adotivos são o cenário para esta metamorfose. Mas a falta de sorte de Astrid a leva cair em uma série de lugares muito distantes do ideal de qualquer pessoa.”