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EXTERMÍNIO
CILLIAN MURPHY & NAOMIE HARRIS

Ao invadirem um laboratório de pesquisas com macacos, um grupo de ativistas pelos direitos dos animais encontra chimpanzés presos em jaulas diante de telas que exibem cenas de extrema violência. Ignorando os avisos do pesquisador, que insiste em afirmar que os animais estão ‘infectados’, eles libertam os chimpanzés e são imediatamente atacados pelas criaturas enfurecidas.

28 dias depois… Jim (CILLIAN MURPHY) acorda de um coma na deserta unidade de terapia intensiva de um hospital de Londres. Confuso, ele anda pelos corredores do hospital e em seguida pelas ruas, em busca de ajuda, mas tudo o que encontra são cadáveres e monstruosos seres “infectados”, que o fazem fugir em pânico.

Com a súbita explosão de uma bomba de gasolina surgem outros “sobreviventes”, Selina (NAOMIE HARRIS) e Mark (NOAH HUNTLEY), que levam Jim para um local seguro e contam a ele sobre a infecção que, transmitida pelo sangue, em segundos já estão contaminadas, e sobre o fato de a Inglaterra ter sido devastada pelo vírus, sem que eles saibam se já espalhou-se pelo mundo.

Depois de muito relutar, Selina e Mark concordam em ajudar Jim a ir em busca de seus pais. Andando pelas ruas escuras, Selina e Jim vêem uma luz no alto de um edifício e vão investigar se trata de outros sobreviventes. Encontram Frank (BRENDAN GLEESON) e Hannah (MEGAN BURNS), pai e filha cuja reserva de água está perto do fim.

Eles se refugiam no edifício e então ouvem uma transmissão por rádio. Um grupo de soldados comandados pelo major Henry West (CHRISTOPHER ECCLESTON) alega ter a ‘solução’ para a infecção e convida todos os sobreviventes a se juntarem a eles. Vendo-se sem outra alternativa, eles vão ao encontro dos soldados, sem saberem que o pior ainda está por vir.

Mas não deixe de ver os erros também.

Diretor: Danny Boyle
Escritor: Alex Garland

Gênero: Aventura / Ação

Site Oficial: www.28dayslaterthemovie.com

Fox Filmes

Título Original: 28 Days Later
Tempo:  120 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2003 - Inglaterra - Lançamento Nacional: 25/07/2003
Recomendação: 14 anos

ELENCO

Cillian Murphy .... Jim
Naomi Harris .... Selena
Megan Burns .... Hannah
Brendan Gleeson .... Frank
Christopher Eccleston .... Major Henry West
Alex Palmer .... Ativista
Bindu De Stoppani .... Ativista
Jukka Hiltunen .... Ativista
Noah Huntley .... Mark
Christopher Dunne .... Pai de Jim
Emma Hitching .... Mãe de Jim
Alexander Delamere .... Sr. Bridges
Kim McGarrity .... Filha do Sr. Bridges
Luke Mably .... Clifton
Stuart McQuarrie .... Sargento Farrell

FICHA TÉCNICA

Produção .... Andrew MacDonald
Fotografia .... Anthony Dod Mantle
Desenho de Produção .... Mark Tildesley
Edição .... Chris Gill
Figurino .... Rachel Fleming
Música .... John Murphy
Direção de Arte .... Mark Digby
Direção de Arte .... Patrick Rolfe
Direção de Arte .... Dennis Schnegg
Efeitos Especiais .... Clear Ltd.
Efeitos Especiais .... The Moving Picture Company

PRODUTORAS

Fox Searchlight Pictures
British Film Council
Canal+
DNA Films
Meespierson Film CV
Figment Films

DISTRIBUIDORA

Fox Filmes

ERROS

1. Logo no começo do filme o macaco que está vendo televisão aparece com a cabeça abaixada, mas depois do corte já está com a cabeça levantada.

2. No começo do filme quando o rapaz sai do hospital e está andando na ponte, vemos uma tomada do Big-Ben de Londres, que marca um certo horário, depois do corte o horário é outro. Observe os ponteiros.

3. ABSURDO: Quando ele está na ponte não vemos ninguém, inclusive ele fica gritando. Na tomada de longe da ponte onde aparece uma estátua de um leão do lado esquerdo, conseguimos ver uma cabeça em movimento do lado direito inferior da tela.

4. Na casa de Hannah eles vão tomar a bebida e o relógio da sala não tem nenhum ponteiro para baixo, mas depois quando Selena está conversando com o rapaz na sala já podemos ver os ponteiros para baixo.

5. Como que o super mercado que eles entram está em perfeito estado, com todos os produtos nas prateleiras como se ninguém nuca tivesse entrado lá, o que naquelas condições seria quase que impossível.

6. Se o maior medo deles é com o sangue e a saliva das pessoas contaminadas, porque eles não usavam óculos e máscaras protetoras?

7. Ficou bem claro no Filme que a Infecção foi através do Vírus da raiva. Ora, qualquer veterinário sabe que um animal Infectado pela Raiva tem sintomas típicos, especialmente o "babar" (salivar) muito. O final da tortura desta doença é um estado de paralisia até a morte. (cerca de três dias). Com os Humanos, ocorre sintomas semelhantes, além da Hidrofobia. Ora, o filme se passa em Londres e em algumas cidades da Inglaterra. Sabemos que Londres e entrecortada pelo Rio Tâmisa. Seria tão difícil para os "sobreviventes" ficarem perto da água? Isto afugentaria os infectados. (Contribuição de Patrick Andrew Lynn - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

8. Londres tem uma "população canina" razoável, aonde o governo de lá literalmente OBRIGA aos proprietários de animais de estimação a registrá-los na saúde pública. Reparem que no filme não aparece nem um cãozinho, e muito menos gatos. Aonde foram parar os animais domésticos da Cidade? E no Interior, nem um porquinho ou boizinho infectado? Pelo menos, não é "essa" Inglaterra que eu conheço. (Contribuição de Patrick Andrew Lynn - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

9. Já próximo do final do filme, começa a chover forte, e mesmo assim os "infectados "não estão nem aí" para a água que cai aos borbotões sobre o acampamento do "bloqueio 42". Ora, a Raiva causa no Infectado um verdadeiro horror à água (hidrofobia). Realmente quem idealizou o filme não deve conhecer muito da Doença, não é mesmo? (Contribuição de Patrick Andrew Lynn - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

10. Quase no final, quando os soldados estão atrás do Jim, o Henry West encontra um soldado dele morto dentro do carro, ele vai tentar ligar o carro e os fios estão cortados, aparecem 4 infectados, o major Henry West mata 3 dos 4 infectados, por que um pula em cima do carro, depois aparecem 3 e ele mata uma mulher e um homem, ainda falta um. (Contribuição de Bruce Kendi - Fã de Carteirinha)

11. Eu tenho uma dúvida no Extermínio, por que os os infectados não podem sair de dia? Observe que o Mark quando está conversando com o Jim, diz: lição número 1: Saia a luz do dia, a menos que não tenha escolha, e muitas vezes os infectados aparecem a luz do dia, como no túnel quando a roda do carro furou, os infectados entram no túnel e dá pra ver a luz batendo na parede. (Contribuição de Bruce Kendi - Fã de Carteirinha)

12. Teve um erro no filme, que chegou a me deixar irritado. Não chegava a ser erro, mas era uma coisa meio sem fundamento. Porque eles passam o filme todo andando com aquela porcaria daquele carro caindo aos pedaços? O carro não tinha nem espaço pra eles, e as coisas que pegaram no mercado, porque não trocaram por qualquer outro no meio da rua, já que pegar qualquer um era extremamente fácil, pois ninguém daria queixa. E porque eles não pegavam algumas armas em alguma loja de armamento? Não sabiam o que encontrariam pela frente, quantas criaturas, não sabiam o que aconteceria, eles deveriam ao menos se preparar, e não andar por ai com pedaços de pau. Isso ofende a inteligência de qualquer pessoa. (Contribuição de Diego - Fã de Carteirinha)

13. A coisa mais absurda do filme Extermínio foi o fato de os outros países do mundo não fazerem nada para conter a Epidemia em Londres. Será que alguém acredita que todo o planeta aguardaria pacientemente que a epidemia acabasse? Mesmo correndo o risco de se espalhar pelos outros países, afinal infectava aves também, e nada impediria que as mesmas voassem até outros lugares. É óbvio que acabariam com a Inglaterra (e todos os infectados) com uma bomba nuclear ou algo semelhante. (Contribuição de Lilith Lioncourt - Fã de Carteirinha)

14. Logo no começo, o ator está num tipo de coma, como é que quando ele acorda deste coma ele sai andando normalmente? Ele teria que passar num tipo de fisioterapia para voltar a ter seus movimentos normais. (Contribuição de Gustavo - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

15. Um erro muito feio nesse filme é quando eles saem do supermercado, colocam as coisas no carro e fecham um fundo do carro com um ferro. No momento em que eles estão indo, o ferro não existe mais, e depois quando eles param, o ferro está lá no no mesmo lugar. (Contribuição de Alex Ba - Fã de Carteirinha)

OBSERVAÇÕES

A) Lendo os erros não concordo com o fato de não aparecerem animais como cães e gatos ,cuja população realmente é numerosa na Inglaterra, e também não acho um erro o fato dos "Infectados' não demonstrarem hidrofobia. Tem-se a nítida impressão que tanto o roteirista e o diretor quiseram realizar um tipo diferente de trabalho. A idéia de mostrar uma grande cidade como Londres totalmente deserta fica mais chocante quando não se vê nem mesmo os ditos animais domésticos. Uma coisa é certa,o apego dos donos com os seus cães, gatos, pássaros é tão grande (tenho um cão) que é fato que em situações de perigo ou catástrofe (terremoto, tufão, inundação, etc) a primeira coisa que uma pessoa pensa em salvar, além dos membros da família, são seus animais. Então com certeza os animais que não foram levados pelos respectivos donos foram devorados pelos Infectados, até os ratos fugiam deles...E com certeza não se trata da Raiva como conhecemos que se caracteriza pelo medo da água, paralisia, baba, etc, e sim um tipo de doença causada por um vírus mutante novo, se não por que estariam testando em laboratório? Por isso as vítimas ficam mais parecidas com zumbi, não tem medo de água e vomitam sangue em suas vitimas para infectá-las. Um animal com a Raiva não faz isso. Por isso não concordo com os itens que tratam essas partes do filme como erros, foram adaptações feitas para dar esse clima de ficção dos anos 50 mesclado com os temores atuais como vírus que "escapam" de laboratórios e acabam com a raça humana. (Contribuição de Nilton Ueda - Fã de Carteirinha)

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RESULTADO DA PROMOÇÃO

A Fox Film do Brasil, e o Falha Nossa convidaram você a sobreviver!
Eles mandaram um e-mail respondendo: Qual o último desejo que gostaria de realizar antes de ser exterminado ?
E concorreram a prêmios exclusivos do filme. Confira os prêmios, o Regulamento e o Resultado.

1º ao 15º lugar:
01 par de ingressos exclusivo do filme.

Allan Siqueira Machado - Belo Horizonte / MG
André Júnior Freire - São José dos Campos / SP
Arilza Carla Madureira - Santos / SP
Claudia Furtado Sardinha - Rio de Janeiro / RJ
Davi Pereira C. Santos - Curitiba / PR
Dolores Freitas - Santos / SP
Elaine Chamon Alves - Rio de Janeiro / RJ
Fábio Francisco Risco - Curitiba / PR
Lorena Hellen Oliveira Andrade - Brasília / DF
Marcos Vinicius Macedo - São Paulo / SP
Maria Creuza Dantas de Miranda - Belém / PA
Paulo P. Riberiro - Porto Alegre / RS
Stella Marina Rodrigues - São Paulo / SP
Victor Rocha Lima Santos - Salvador / BA
Yuri Parizotto de Oliveira Camargo - São Paulo / SP

A Fox Filmes e o Falha Nossa agradecem a participação de todos.

::.. FOX ..::

IMAGENS E CURIOSIDADES

Recebeu uma indicação ao MTV Movie Awards de Melhor Revelação Masculina (Cillian Murphy).

SOBRE A PRODUÇÃO

Depois de terem feito A Praia, o produtor Andrew Macdonald e o roteirista Alex Garland começaram a pensar em fazer outro filme juntos. “Alex tem um dom natural para contar histórias e eu queria fazer um filme que possuísse a mesma energia e a emoção que se sente ao ler um de seus livros”, conta Andrew Macdonald. E completa: “Quando ele disse que sempre quis fazer ficção científica eu o incentivei a se inspirar em A Máquina do Tempo, de H. G. Wells, algo que se passasse na Inglaterra. Vejo o filme como uma espécie de filme de guerra de forma indireta, com um pouco dos filmes de zumbis dos anos 70 e da ficção científica da literatura inglesa, mais particularmente J.G. Ballard e John Wyndam”, diz Alex Garland.
“Alex escreveu um roteiro de 50 páginas que não se conseguia parar de ler, e que acabou por ser a base de Extermínio. Quando ele escreve um roteiro consegue-se visualizá-lo e dá vontade de saber o que vai acontecer em seguida, o que a meu ver é fundamental quando se conta uma história”, elogia Andrew Macdonald.
Macdonald, então, enviou o material para Danny Boyle, que tinha acabado de fazer dois filmes digitais, Strumpet e Vacuuming Completely Nude in Paradise, para a BBC. “Seu estilo visual era exatamente o que precisávamos para transmitir o que Alex tinha escrito”, diz Macdonald.
Alex Garland adorou voltar a trabalhar com a equipe de A Praia. “O Danny é esperto e muito criativo, ele nos faz rir e ao mesmo tempo pensar. O Andrew vê todos os detalhes, mas também consegue ter uma perspectiva geral melhor do que qualquer um. Quando conversamos, ambos têm grandes idéias sobre a realização de filmes e sobre o cinema em geral. Tenho sorte de poder trabalhar com eles de novo”.
Danny Boyle foi imediatamente seduzido pelo roteiro, mas não queria fazer um filme que se prendesse a um gênero. “Gosto de filmes de zumbi, mas eles pertencem a um período específico, de uma sociedade paranóica com o que poderia ser o resultado do uso de armas e energia nucleares. Não sou um grande aficionado do gênero, embora goste bastante, mas achei ótimo que Alex tenha feito uma inovação no tema do apocalipse causado por um vírus – o fato de não tratar-se de um vírus clínico, mas psicológico – então acho que o gênero foi respeitado, mas espero que tenhamos conseguido renová-lo”, diz ele.
“A premissa do filme é que os cientistas estão tentando desenvolver a cura para a fúria, uma droga equivalente ao Valium em relação à depressão. No decorrer do processo de pesquisa, chimpanzés são infectados por um vírus que provoca um estado psicótico permanente de raiva, de fúria”, explica Andrew Macdonald.
“A idéia do vírus psicológico é totalmente contemporânea”, acrescenta Danny Boyle. E continua: “Em vez de ser uma infecção física, o vírus reflete o fenômeno moderno da ‘raiva social’. Vemos isso se manifestar diariamente, nas ruas, nas estradas, nos hospitais e até nos supermercados! Quando se conversa com pessoas mais velhas, elas nos dizem que antigamente não havia nada disso; havia violência e brigas, claro, mas a ‘raiva social’ é um sintoma típico dos tempos modernos”.
“A história retrata um grupo de sobreviventes tentando se manter a salvo depois do vírus ter se alastrado pela Inglaterra e talvez pelo mundo. A Inglaterra foi evacuada em grande parte, o que gera uma paisagem apocalíptica”, descreve Boyle. E prossegue: “Era importante que eu descartasse a idéia de contingências civis. Um vírus é algo de que não necessariamente podemos nos defender. Este, em particular, tinha de ser tão incontrolável que não houvesse como combatê-lo, pois na verdade ele faz parte de nós – o ódio. Até o momento ainda não existe um vírus psicológico, mas quem pode garantir que não virá a existir? Recentemente, dois cientistas alemães criaram um vírus da poliomielite totalmente sintético. Trata-se de um vírus com uma estrutura genética relativamente simples, mas já existe tecnologia para criar um mais complexo, como o da varíola, por exemplo – é uma questão de tempo, mas do que de capacidade técnica”.
O filme começa depois de o vírus ter se espalhado pela Inglaterra. Este fato agradou ao diretor Danny Boyle. Ele comenta: “A história tem início 28 dias após e o público vai descobrindo coisas que aconteceram no passado. Há algumas pistas e o público vai preenchendo as lacunas com a imaginação, as coisas horríveis que aconteceram para se chegar àquele ponto. É uma grande vantagem, pois poupa milhões de dólares, tudo graças ao talento de Alex como escritor”.