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O OLHO QUE TUDO VÊ
Sean Cw Johnson & Jennifer Sky

Cinco jovens se inscrevem para viverem juntos numa casa por seis meses e todos os seus movimentos são gravados por inúmeras câmeras e transmitidos para todo o país. O prêmio é de 1 milhão de dólares.

Cada um deles tem um motivo para estar ali: fama, dinheiro, aventura… Apesar do formato desse tipo de programa ser bem conhecido, nessa casa as regras são um pouco diferentes: se um deles sair da casa, todos perdem. É por isso que esse reality show acaba se tornando um verdadeiro teste moral.

Quando o estimado avô de Danny morre, a ambição do rapaz será maior que o amor que sentia por ele? Por que Emma, que é tão apavorada, continua ali depois de encontrar sangue em seu travesseiro? Que segredos obscuros essa casa abriga para fazer com que se sintam como se estivessem sendo observados por algo mais que um milhão de pares de olhos?

Mas não deixe de ver os erros também.

Diretor: Marc Evans
Escritor: David Hilton

Gênero: Thriller

Site Oficial Brasil: http://uip.infolink.com.br/site/grupo.asp?cod_Grupo=57

UIP - United International Pictures

Título Original: My Little Eye
Tempo: 95 min
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2002 (Lançamento dia 30 de maio de 2003 - Brasil)
Recomendação: 16 anos

ELENCO

Sean Cw Johnson .... Matt
Jennifer Sky .... Charlie
Kris Lemche .... Rex
Stephen O'Reilly .... Danny
Laura Regan .... Emma
Bradley Cooper .... Travis Patterson
Nick Mennell ....
Policial

FICHA TÉCNICA

Produção .... Jon Finn
Produção .... Jane Villiers
Produção .... Alan Greenspan
Produção .... Natascha Wharton
Fotografia .... Hubert Taczanowski
Desenho de Produção .... Crispian Sallis
Figurino .... Kate Rose

PRODUTORA

Universal

DISTRIBUIDORA

UIP

ERROS

1. Quando a garota dá o tiro na parte de cima da casa, observe que a porta está aberta, o tiro deveria ter feito um buraco na porta, mas quando vemos a porta não existe nenhum furo.Erros do FalhaNossa.com

2. Se eles descobriram que estavam ali para morrer, porque não tiraram todas as câmeras? Isto não importava mais. E porque sempre se separam nestes filmes? O mais correto e ficarem todos juntos.Erros do FalhaNossa.com

3. Se a casa tinha certas regras, a comida era pouca, o lugar era ruim, porque eles permitiram que o visitante entrasse, comesse, e dormisse na casa? Sem falar na garota que era uma galinha mesmo, que prefere transar com um completo estranho do que com um dos rapazes que ela já conhece.

4. O filme está feito de uma forma muito estranha, pois não conseguimos perceber que se passaram quase seis meses desde eles chegaram.

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PROMOÇÃO ENCERRADA

A United International Pictures, e o Falha Nossa convidaram você a ganhar este prêmio.
Eles mandaram um e-mail respondendo em uma frase o que faria para ganhar um prêmio de 1 milhão de dólares ?
E concorreram a prêmios exclusivos do filme. Confira os prêmios, o Regulamento e o Resultado.

1º ao 20º lugar:
01 camiseta exclusiva do filme.

Cesar Augusto Tino - São Paulo / SP
Cláudia Linardi - Amparo / SP
Edilmar Pereira Menezes - Aracajú / SE
Eduardo Biagini Gomes - Guarulhos / SP
Helena Justina Favero - Niterói / RJ
Laíse Guimarães Kelman - Salvador / BA
Maria de Lourdes Corrêa Carvalho - Rio de Janeiro / RJ
Nicolle Bartoli Vargas - Juiz de Fora / MG
Paulo de Moura Passos - Rio de Janeiro / RJ
Paulo Edson Yamamoto - São Paulo / SP
Renato de Lyra Lemos - Recife / PE
Rodrigo Ramos Pinto - Niterói / RJ
Rosemar Klock Rodrigues - Joinville / SC
Rosemeire Nogueira - Campinas / SP
Saulo Jose Bazilewitz - Cachoeirinha / RS
Tatiana Ibarrola Santos - São Paulo / SP
Tito Lívio de Alvarenga - Curitiba / PR
Valéria Frizzi Parra - Jundiaí / SP
Valmor Ferreira Terres - Salvador / BA
William Cassiano - São Pedro da Aldeia / RJ

A UIP e o FalhaNossa agradecem a participação de todos.

IMAGENS E CURIOSIDADES

NOTAS DA PRODUÇÃO

Em março de 2000, o Roteirista David Hilton acordou no meio da noite com uma idéia para um filme. Ele acendeu a luz e começou a escrever o roteiro que se tornaria O OLHO QUE TUDO VÊ. David Hilton levou a idéia aos Produtores e Agentes Jane Villiers (O INGLÊS QUE SUBIU A COLINA E DESCEU A MONTANHA, A RESSURREIÇÃO, COM A BOLA TODA) e Alan Greenspan (DONNIE BRASCO, 200 CIGARROS, ALTO CONTROLE, PLANOS QUASE PERFEITOS, ALTA FIDELIDADE), que perceberam logo a singularidade e temporalidade do projeto, apesar de ele ter sido recebido em Los Angeles com um interesse tépido — o que é compreensível, visto que os reality shows já haviam chegado aos Estados Unidos. Jane Villiers e Alan Greenspan levaram a idéia de volta ao Reino Unido e pediram a apreciação do Diretor galês Marc Evans (A RESSURREIÇÃO, HOUSE OF AMERICA), conforme sugestão da produtora, que lembra: “Marc é incrivelmente bom com atores, é experiente e tinha confiança o bastante para aceitar tal desafio”.

Marc Evans sentiu-se atraído pela originalidade e velocidade psicológica da idéia, como observa: “O fato de o público estar dentro da mente de um perseguidor — uma mente obsessiva e irracional — é fascinante”. Evans, Hilton, Villiers e Greenspan desenvolveram a idéia juntos; depois, David trabalhou no roteiro com James Watkins. “Quando David nos mostrou a idéia, vimos que a história era bem atual, mas queríamos que ela fosse também equilibrada e que tivesse força de se manter sozinha como um filme inteiro, e não apenas pelo fato de ter sido filmada por webcams e câmeras digitais”, justifica Jane Villiers. Eles levaram o projeto à WT2 porque, como explica a produtora, “a equipe de desenvolvimento de lá é incrível, eles têm uma excelente distribuição internacional e a companhia está sempre aberta para idéias originais. O currículo deles diz tudo”. E a WT2 imediatamente acenou-lhes com a luz verde. O Produtor Alan Greenspan afirma: “Tim Bevan (co-presidente da Working Title) e sua equipe deram todo o apoio e compreenderam a importância de fazer com que este filme fosse realizado prontamente”. Marc Evans acrescenta: “O fato de a WT2 se interessar pelo projeto não me surpreendeu porque eles são conhecidos por encorajar produções experimentais e inovadoras. Como diretor, isso é um presente incrível!”.

O processo de escalação de O OLHO QUE TUDO VÊ foi de uma importância particular, dada a natureza singular do filme: era preciso escolher cinco atores talentosos, mas desconhecidos, na faixa dos 20 anos, que se sentissem à vontade com câmeras de última geração escondidas em vários pontos e em formato digital, que passassem sete semanas na costa leste do Canadá durante uma primavera particularmente fria e vivendo uma história que, de várias formas, reflete a realidade da situação deles. Este projeto também significou pedir a cinco jovens talentos que trabalhassem de um jeito diferente de tudo o que fizeram antes. Em termos de atuação, não precisaram prestar atenção às marcações nem ângulos de câmera. Na verdade, na maioria das vezes, não havia câmeras visíveis para os atores. Para que tudo saísse a contento, os atores tiveram que confiar plenamente em Marc Evans.

Fonte: UIP