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TROPA DE ELITE
WAGNER MOURA, CAIO JUNQUEIRA & ANDRÉ RAMIRO

1997. O dia-a-dia do grupo de policiais e de um capitão do BOPE (Wagner Moura), que quer deixar a corporação e tenta encontrar um substituto para seu posto.

Paralelamente dois amigos de infância se tornam policiais e se destacam pela honestidade e honra ao realizar suas funções, se indignando com a corrupção existente no batalhão em que atuam.

Mas não deixe de ver os erros também.

Diretor: José Padilha
Escritores: Rodrigo Pimentel, Bráulio Mantovani & José Padilha

Gênero: Ação / Violência / Policial

Site Oficial: http://www.tropadeeliteofilme.com.br

Universal Pictures do Brasil

Título Original: Tropa de Elite
Tempo: 118 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2007 - Brasil
Recomendação: 18 anos

ELENCO

Wagner Moura .... Capitão Nascimento
Caio Junqueira .... Neto
André Ramiro .... André Matias
Milhem Cortaz .... Capitão Fábio
Fernanda de Freitas .... Roberta
Fernanda Machado .... Maria
Thelmo Fernandes .... Sargento Alves
Maria Ribeiro .... Rosane
Emerson Gomes .... Xaveco
Fábio Lago .... Baiano
Paulo Vilela .... Edu
André Mauro .... Rodrigues
Marcelo Valle .... Capitão Oliveira
Erick Oliveira .... Marcinho
Ricardo Sodré .... Cabo Bocão
André Santinho .... Tenente Renan
Luiz Gonzaga de Almeida
Bruno Delia .... Capitão Azevedo
Alexandre Mofatti .... Sub-Comandante Carvalho

FICHA TÉCNICA

Produção .... José Padilha
Produção .... Marcos Prado
Música .... Pedro Bromfman
Fotografia .... Lula Carvalho
Desenho de Produção .... Tulé Peak
Figurino .... Cláudia Kopke
Edição .... Daniel Rezende

PRODUTORA

Zazen Produções

DISTRIBUIDORAS

Universal Pictures do Brasil
The Weinstein Company

ERROS

1. na cena em que o Capitão Fabio sai com o Neto pra receber o dinheiro e arrumar peças para as viaturas, o guarda de transito (Maribondo) está multando todo mundo. Nessa cena aparece um Golf que com certeza foi fabricado em meados de 2000 à 2006, mas o filme se passa no ano de 1997. (Contribuição de Udson do Nascimento - Curitiba / PR e Luiz Carlos Vieira Junior - Blumenau / SC - Fãs de Carteirinha)

2. Em determinado momento mostra uma vista aérea do Pão de açúcar, como no início do filme, é dito que estamos no ano de 1997, e o Pão de Açúcar aparece com o restaurante panorâmico existente hoje, mas que em 1997 não existia. (Contribuição de Roger Peterson Souza - Farroupilha / RS - Fã de Carteirinha)

3. Quando os policiais Neto e Matias chegam na oficina com as peças para os carros, o Neto fala para o Matias: - Aí Matias, aí estão as peças de seus carros! Detalhe: a fala correta deveria ser dita pelo Matias: - Aí Neto, aí estão as peças de seus carros! (Contribuição de Marcelo Vieira Pereira - São José dos Pinhais / PR)

4. Na cena do enterro do Asp. Neto, onde o Cap. Nascimento coloca a bandeira com a faca na caveira, ele fica com os pés em posição de sentido, mas os braços ficam em posição de descansar. Para esse tipo de filme, faltou alguém do meio, bom em ordem unida, para observar este gesto. Fora isto, o filme é maravilhoso. (Contribuição de Marco Paulo Bernardes Vidigal - Fã de Carteirinha)

5. Segundo as datas que são passada no filme e também a visita do papa ao Brasil indicam que a história do filme se passou no ano de 1997 (que não foi ano eleitoral), porém quando o Matias vai pela primeira vez na ONG (antes da visita do papa), o Rodrigues faz uma propaganda de um candidato à senador que já tinha até o número na eleição e que iria acontecer mais de um ano depois. (Contribuição de Farone Gouthierrez Nogueira - Serra / ES - Fã de Carteirinha)

6. Na cena do baile funk, onde os dois aspirantes iniciam um tiroteio na favela para salvar a pele de um capitão, os policiais envolvidos se escondem atrás da PATAMO (uma GM Blazer) e dá para ver que no brasão da PM na porta do carro, a sigla padrão PMERJ (Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro) está errada, aparecendo a sigla MPERJ, que não existe. (Contribuição de Ricardo Mingordo Faria - Vila Velha / ES - Fã de Carteirinha)

7. Na cena quando o Capitão Nascimento e seus policiais atacam um grupo de pessoas, ele ordena que um dos seus soldados atire. Este atira e mata dois bandidos, um cai para o lado esquerdo e outro cai de costas e fica encostado na parede ao fundo. Quando o Capitão manda trazer "a sementinha do mal", no caso o fogueteiro que eles haviam prendido para denunciar quem estava com a carga, então, o morto que estava encostado, no momento que o policial passa com o garoto aparece estirado no chão e depois ele volta a aparecer encostado. Como ele pode mudar de posição? (Contribuição de Luiz Francisco Platini - Fã de Carteirinha)

NOVO ERRO 8. Algumas vezes aparece o Neto atirando com a arma sem ela estar carregada (no apartamento, por exemplo). As próprias fábricas de armas recomendam que NÃO SE FAÇA ISTO, pois pode desregular a arma. (Contribuição de Flavio Rennhack Belchior - Fã de Carteirinha)

9. No início do filme, na narração do capitão Nascimento, Oliveira é identificado como major, mas a divisa em seu uniforme é de capitão. (Contribuição de Celso Maia Gondim Neto - Fortaleza / CE - Fã de Carteirinha)

10. Quando o Capitão Nascimento está escalando uma montanha com sua esposa, ele passa mal e é levado por ela ao médico. Dentro do carro, no caminho ao consultório ele transpira muito e reclama não estar bem. Todos nós vimos que ele está vestindo uma camiseta regata, tanto na escalada quanto durante o trajeto ate o médico. Logo em seguida que o médico o examina, Capitão Nascimento aparece abotoando uma camisa social, ao invés de vestir a regata que ele vestia durante a escalada. (Contribuição de Felipe Nogueira - Uberaba / MG - Fã de Carteirinha)

11. Na cena onde o Aspira Matias vai conhecer a sala onde vai trabalhar elaborando a mancha criminal, é mostrado um computador pré-histórico que já não existia em 1997. (Contribuição de Marilya Batista Monteiro dos Santos - São Bernardo do Campo / SP - Fã de Carteirinha)

12. Na cena onde é feito o ultra-som do filho do Capitão Nascimento, é mostrado um Monitor de LCD, que ainda não existia em 1997! (Contribuição de Marilya Batista Monteiro dos Santos - São Bernardo do Campo / SP - Fã de Carteirinha)

13. Numa determinada cena na favela, podemos ver claramente um número de telefone com 8 dígitos (Ex: 1234-5678), e na época tínhamos apenas números com 7 dígitos (Ex: 123-4567). (Contribuição de Marilya Batista Monteiro dos Santos - São Bernardo do Campo / SP - Fã de Carteirinha)

14. Na cena em que a Maria chega ao hospital para falar com Matias logo após ela pedir informação para os policiais e sair, o Capitão Nascimento fala para o Carvalho: "dá pra escapar Carvalho, dá pra escapar", e o Carvalho responde: "mas ele levou dois tiros nas costas", mas o Neto só recebeu um tiro nas costas. (Contribuição de Amanda Almeida - Patriarca / SP - Fã de Carteirinha)

15. Na cena em que o turno vai almoçar a comida do chão, capitão Nascimento chama o 02 (Capitão Fábio) para comer sozinho, e ele diz: "O senhor está com nojinho seu 06, se o senhor não comer, seu 06, esse turno inteiro, vai passar a madrugada na água seu 06, sendo que quem está comendo é o 02. (Contribuição de Matheus Falabrette - Passo Fundo / RS - Fã de Carteirinha) e (Allexandre dos Santos Silva - Fã de Carteirinha)

16. Na cena do tiroteio com os traficantes (quando o Matias e o Neto são salvos pelo BOPE) observem a pistola do Neto. Uma hora aparece "travada aberta" (descarregada), ele troca o pente, atira, volta a aparecer descarregada e ele volta a atirar (sem trocar o pente). (Contribuição de Flavio Rennhack Belchior - Fã de Carteirinha)

17. O Capitão Nascimento coloca a bandeira do BOPE sobre a bandeira nacional, isso é crime militar, é proibido colocar qualquer outra coisa cobrindo o pavilhão nacional. (Contribuição de Flavio Rennhack Belchior - Fã de Carteirinha)

18. Não se coloca a bandeira na hora do enterro, e sim durante o velório, e até chegar o momento do enterro, aí a(s) bandeira(s) são retirada(s) e entregue(s) à família. (Contribuição de Flavio Rennhack Belchior - Fã de Carteirinha)

19. Na cena em que o Neto vai entregar a lista de peças para seu capitão, o mesmo entra no ômega que está com o vidro fechado. Logo em seguida o vidro aparece aberto. É nítido que não houve tempo suficiente para abrir o vidro haja visto que a conversa é contínua e não há movimento do capitão no interior do carro. (Contribuição de Gláucio Magno de Souza - Fã de Carteirinha)

ERROS REMOVIDOS

ANTIGO ERRO 8. Há uma falha na cena do moleque, na cena do cabo de rodo. Os policiais tentam por tudo fazer o moleque falar onde esta o chefão. Na cena onde eles o ameaçam com o cabo, eles perguntam: "Vai falar ou não vai? Então o moleque responde: "Eu dou, eu dou, eu dou. (será se ele estava com vontade de sentir o rodo?) Mas logo depois ele corrige e fala: "Eu vou, eu vou, eu vou. (Contribuição de Leandro Moreira - Fã de Carteirinha) --> Correção do erro 8, durante essa cena os próprios policiais perguntam se o moleque "não vai dar (o papo reto)", isso é gíria, basta ver a cena onde o "Baiano" pergunta para o playboy se ele "vai dar o papo reto" sobre a presença do Matias para entregar óculos para o menino. (Contribuição de Flavio Rennhack Belchior - Fã de Carteirinha)

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IMAGENS E CURIOSIDADES

Tropa de Elite era originalmente um projeto de documentário, derivado de Ônibus 174 (2002), tendo o BOPE como tema principal. BOPE significa Batalhão de Operações Policiais Especiais. Para preparar o filme José Padilha trabalhou dois anos em investigações com a colaboração do BOPE, psiquiatras da PM e ex-traficantes. Para compor os personagens José Padilha entrevistou e ouviu histórias de 15 policiais, que conheceu depois que fez Ônibus 174 (2002). Em novembro de 2006 traficantes do morro Chapéu Mangueira, onde as filmagens eram feitas, seqüestraram parte da equipe que trabalhava no filme e roubaram as armas cenográficas. 59 delas eram réplicas e 31 verdadeiras, adaptadas para tiros de festim. As filmagens foram paralisadas por cerca de duas semanas. Após ter a equipe seqüestrada e as armas cenográficas roubadas durante as filmagens de Tropa de Elite, o diretor José Padilha teve uma cópia pirata do filme circulando antes de sua estréia nos cinemas. A cópia, que não era a edição definitiva do filme, foi vendida em camelôs 2 meses antes do lançamento. Escolhido como o filme de abertura do Festival do Rio 2007.