VOLTAR FILMES 30

 
   

VELOZES E MORTAIS
JIM CAVIEZEL & RHONA MITRA

Rennie Cray (Jim Caviezel) quer vingar a morte de sua mulher. Há cinco anos ele dirige pelo país o seu Plymouth Barracuda 1968, à procura do homem responsável pelo atropelamento que tirou a vida de sua mulher, com o objetivo de revidar.

James Fargo (Colm Feore) é um assassino frio e cruel cujo corpo foi reduzido a uma combinação de partes humanas, próteses, fivelas e metal. Inovações mecânicas transformaram um Cadillac Eldorado 1972 numa extensão de seu corpo, uma máquina assassina que ele usa para torturar e agredir pessoas inocentes nas estradas dos Estados Unidos.

No encalço de Rennie, o investigador da Polícia Macklin (Frankie Faison) percebe que a busca de Rennie por Fargo está prestes a chegar ao fim, assim como sua capacidade de distinguir o certo e o errado.

Molly Poole (Rhona Mitra) também possui uma história trágica que pode ser útil a Rennie: o simples fato de voltar para casa depois de um ensaio de coral se transforma numa horrível experiência que coloca Molly na mira de Fargo. Marcada por uma foto que ele tirou dela, Molly descobre que é a única sobrevivente de um terrível acidente num túnel, envolvendo vários carros, que ele causou.

Para Rennie, Molly torna-se uma isca para pegar Fargo…

Mas não deixe de ver os erros também.

Diretor: Robert Harmon
Escritores: Craig Mitchell & Hans Bauer

Gênero: Ação / Crime / Thriller

PlayArte

Título Original: Highwaymen
Tempo: min
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2003 - Canadá - Lançamento Nacional dia 30 de Abril de 2004.
Recomendação: 16 anos

ELENCO

James (Jim) Caviezel .... Rennie
Rhona Mitra .... Molly
Frankie Faison .... Macklin
Gordon Currie .... Ray
Colm Feore .... Fargo
Paul Mota .... State Trooper Longo
Andrea Roth
Michael Stevens .... Membro do grupo de terapia número 7

FICHA TÉCNICA

Mike Marcus .... produtor
Carroll Kemp .... produtor
Brad Jenkel .... produtor
Avi Lerner .... produtor
Rene Ohashi, A.S.C., C.S.C. .... diretor de fotografia
Paul Austerberry .... desenhista de produção
Luis Sequeira .... figurinista
Laird McMurray .... coordenador de efeitos especiais
Chris Peppe .... editor
Mark Isham .... música

PRODUTORA

New Line Cinema

DISTRIBUIDORAS

New Line Cinema
RCV Film Distribution
TriPictures S.A.

PlayArte

ERROS

1. Na cena do atropelamento da mulher de vermelho, a esposa de Rennie, observe com atenção quando o carro vem da esquerda para a direita e você conseguirá perceber que a mulher é na realidade um manequim que está em pé e é atropelada.

2.  Quando o Cray vai salvar a Molly pela primeira vez, ela salta do carro em movimento. Ao entrar no carro do Cray ela o abraça e sua testa do lado direito esta toda ensangüentada. Quando eles chegam no ferro velho (casa de Cray) ele vai limpar o ferimento na testa dela e não tem praticamente nada! (Contribuição de Luciana Carvalho - Belo Horizonte / MG - Fã de Carteirinha)

3. No final do filme quando a Molly sai do carro do assassino, de vestido vermelho e a cena vai cortando dela olhando para o Cray e os carros de policia chegando, o cabelo dela muda de posição varias vezes, preso, solto, pra frente, todo pra trás. (Contribuição de Luciana Carvalho - Belo Horizonte / MG - Fã de Carteirinha)

4. Na cena do acidente dentro do túnel, onde há caminhões caídos, cavalo e cadeira de roda na pista, percebemos que  quando o Cadilac do vilão avança sobre a colega de Molly Poole na primeira vez, ela cai sobre o carro batendo o lado esquerdo da cabeça. Porém, no corte a cena é retomada de dentro do carro de Fargo, aparecendo a mulher sobre o pára-brisas com o ferimento do lado direito. (Contribuição de José Roberto Rodrigues de Albuquerque 0 Fã de Carteirinha)

5. Como é que a mulher aparece dentro do carro no final do filme? Ela correu todos aqueles metros e entrou sem que ninguém. Ela pulou dentro do carro na hora que o assassino tentou atropelá-la. (Contribuição de Robson Luis Silva Nascimento - Fã de Carteirinha)

6. Qual o carro que consegue andar de ré na mesma velocidade de um carro que passa a segunda marcha pra frente? Final do filme também. (Contribuição de Robson Luis Silva Nascimento - Fã de Carteirinha)

7. Quando Ray está na estrada, ele apaga os faróis e desliga o carro para escutar algo, como é que o carro não perde velocidade? Notem que ele não colocou o carro na banguela (ponto morto), depois ele liga o carro sem nem mesmo desengatar a marcha! Não seria mais fácil fazer o carro pegar no tranco? (Colaboração de Alexandre Scotti Bagnatori - Fã de Carteirinha)

8. No fim do filme quando o assassino da esposa de Ray está caído no chão e pergunta para o investigador quem ele é, ele levanta o pescoço e vira o rosto pouco, mas em todo o filme ele usa um aparelho para segurar o pescoço ereto pois ele não tem mais força para sustentá-lo, e se tirasse esse suporte ele morreria sufocado, pois seu pescoço penderia muito para baixo, no acidente final, quando Ray o atropela e o espreme contra os destroços de seu antigo carro, esse suporte se despedaça. Como, portanto, ele poderia levantar o pescoço para ver o investigador?  (Colaboração de Alexandre Scotti Bagnatori - Fã de Carteirinha)

9. No fim do Filme, quando Ray capota o barracuda, podemos ver (principalmente em câmera lenta) que o carro ao dar a ultima capotada, a roda traseira esquerda cai completamente do carro, mas quando este pára sobre as duas rodas direitas, a roda traseira esquerda está no lugar, inteirinha.  (Colaboração de Alexandre Scotti Bagnatori e Flávio Augusto - Fãs de Carteirinha)

10. No acidente em que o carro da moça capota com o amigo há dois erros. Primeiro que nunca um carro capotaria daquele jeito sendo atingido por trás com ele foi, e mesmo que fosse possível, o carro capota muito antes do Eldourado bater na sua traseira. Segundo que o Eldourado nem fica amassado. (Colaboração de Alexandre Scotti Bagnatori - Fã de Carteirinha)

11. Como um carro preparado para um (totalmente deficiente físico) é guiado por uma jovem que morre de medo em dirigir? E ainda como se fosse um carro normal, sendo que o assassino usa uma cadeira de rodas para guiar o carro. (Contribuição de Lucimara - Fã de Carteirinha)

12. Quando a mulher de Ray atravessa a pista para comprar frutas, ela está com uma carteira preta na mão, mas quando ela volta (quando vai ser atropelada) a carteira não está com ela. (Contribuição de Flavia Richard Rocha Machado - Santa Maria Madalena / RJ - Fã de Carteirinha)

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PROMOÇÃO ENCERRADA

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1º ao 20º lugar:
1 par de ingressos exclusivo do filme.

Alexandre Scotti Bagnatori - São Paulo / SP
Álvaro Romero Dias - Porto Alegre / RS
Carlos Abnamro - São Paulo / SP
Cristiane Vidal - Fortaleza / CE
Daniele Regina dos Santos - Curitiba / PR
Diogo Centeno - Curitiba / PR
Gladys Gomes de Castro Piacente - São Paulo / SP
João Tadeu Nogueira - São Paulo / SP
Julieta Costa Barbosa Sallorenzo - Laranjeiras / RJ
Manuela Barbosa Rodrigues de Souza - Recife / PE
Olívio Zorge Neto - Campo Grande / MS
Patrícia Carla Brunhilde Lira Rios - Salvador / BA
Paula Carolina Martins - Curitiba / PR
Paula Silva Santos - Natal / RN
Ricardo Cardozo de Melo - Brasília / DF
Rodrigo da Costa - Barra Velha / SC
Rodrigo Santana Vasconcelos - Iguaba Grande / RJ
Vanessa de Lima Silva Pereira - Macaé / RJ
Vanessa Fonseca Durigan - Curitiba / PR
Victoria Constanza Rachitzky - São Paulo / SP

A PlayArte e o Falha Nossa agradecem a participação de todos.

::.. PLAYARTE ..::

IMAGENS E CURIOSIDADES

NOTAS DA PRODUÇÃO

O diretor Robert Harmon – cuja precisão ao montar inúmeras cenas de ação transformou o thriller “A Morte Pede Carona” num clássico –, deu a “Velozes e Mortais” alma e conteúdo, num retorno ao estilo de filmar dos anos 60. Trata-se de um filme de gato-e-rato que tem como pano de fundo a vastidão e os silêncios das estradas norte-americanas, temperado com poucos diálogos. “Foi preciso criar grandes contrastes: o mundo real, o ronco dos motores dos carros em oposição ao silêncio natural, o vento nas plantações de milho, grilos e o som dos pássaros”, descreve Robert Harmon.
Jim Caviezel tinha acabado de completar sua 140ª volta de treinamento na pista do circuito de Indianápolis quando Robert Harmon lhe falou sobre o projeto. “Trata-se de mais do que carros", diz Caviezel, que também estrela o polêmico filme de Mel Gibson “A Paixão de Cristo”. Ele prossegue: “O filme aborda a ética; ele explora a imperfeição do homem e a possibilidade de redenção".
Estudioso da ética e proprietário de um Lamborghini, Caviezel traz com ele não apenas a compreensão de seu atormentado personagem, Rennie Cray, como também um profundo respeito pelos carros e as habilidades dos pilotos para atuar com segurança em altas velocidades.
Rennie Cray é o herói clássico em busca de vingança, como os pistoleiros dos faroestes. Ele quer fazer justiça pelas próprias mãos e dedicou cinco anos de sua vida à procura pelo assassino da esposa. Para ele, está muito claro o que deve fazer.
A voz inconfundível e atemorizante do assassino Fargo é de Colm Feore, seja no carro intimidando Rennie ou dando ordens a Molly. Fargo gosta de manipular a psiquê de Rennie; ele é inteligente e articulado, o que o torna especialmente assustador. O amigável ator Colm Feore descreve Fargo como “a representação do lado sombrio da natureza humana”. Ele continua: “Ele cria sua própria realidade e acha que o que faz é justificável. Fargo é mau, um homem que continua a perseguir e matar vítimas com uma satisfação assustadora. Fargo e Rennie possuem uma relação perversa de respeito e ódio, pois ambos sabem o preço de viver sob o fio da espada".
O ciclo de dor e a jornada de cura estão personificados por Molly Poole, interpretada por Rhona Mitra (que integra o elenco da aclamada série da ABC “The Practice”). "Molly passou por uma tragédia horrível ao perder a família num acidente de carro e desenvolveu fobias que terá de lutar para superar”, explica Rhona Mitra.
E a atriz acrescenta: “Mas Molly também faz Rennie se lembrar de quem foi um dia”. Quando ela é ferida, ele a ajuda totalmente de improviso. “Rennie era médico”, revela Rhona.
Ao sobreviver ao ataque mortal de Fargo no túnel, Molly se torna uma peça de um jogo perigoso entre Rennie e Fargo. Inicialmente, ela se esconde e é encontrada pelo investigador Will Macklin, papel que coube a Frankie Faison. Mais conhecido como o personagem Barney dos filmes “Hannibal”, “O Silêncio dos Inocentes” e “Dragão Vermelho”, Faison já interpretou diversos policiais no decorrer da carreira. Bem-humorado, sugere que deveria receber uma pensão da Polícia quando se aposentar. “Depois de assistir a este filme, ninguém vai passar por um acidente de trânsito sem achar que se trata de mais do que simplesmente carros”, instiga Faison.
Segundo o ator, Macklin representa o equilíbrio entre o bem e mal, um lembrete para Rennie de que ultrapassar essa linha para se vingar tem um alto preço. "Este filme mostra claramente a oposição entre bem e mal. Alguns personagens ultrapassam o limite, dando chance ao mal, porém o bem sempre prevalece", analisa.
O diretor de fotografia da unidade principal Rene Ohashi, o diretor da unidade de ação Andy Armstrong e o diretor de fotografia da unidade de ação João Fernandes criaram um mundo de paisagens amplas e hiper-realistas. A dicotomia homem/ máquina é explorada numa história simples com um estilo de filmar que força o público a acompanhar os personagens e os carros com fascínio mórbido.
As equipes das unidades de filmagem atuaram em conjunto num cronograma apertado, empregando carros, arneses, hidráulica, explosivos, atores, dublês, além de cenários feitos sob medida, para criar um caos controlado e cenas de perseguição com carros arrebatadores.
Cada membro do elenco possuía um equivalente mecânico: Rennie tinha o Plymouth Barracuda 1968 laranja, Fargo tinha o Cadillac Eldorado 1972 verde, Alex um Mazda, Boone um Saab e Macklin um sedã. "Os carros, sem dúvida, possuíam personalidade própria”, afirma Rhona Mitra. E completa: “O Eldorado é um predador, é ameaçador, à espera de Molly, intimidando-a no pátio do The Towers Motel".
“Nosso elenco fez suas próprias cenas perigosas, criando algumas das mais realistas cenas de perseguição e batidas, algumas delas nunca antes vistas", comenta o produtor executivo Tim Van Rellim. "Felizmente, Jim Caviezel é um grande fã de corridas de carro. Rhona foi ótima, ficou empolgada em fazer suas próprias cenas de ação. Colm e Frankie também foram muito profissionais", elogia.
Frankie Faison observa: "O Jim parece um caubói. A primeira vez em que entrei num carro com ele, ele acelerou a 160 quilômetros por hora. Ele é muito bom com carros em alta velocidade e fica muito à vontade acelerando e dando freadas rápidas".
A fim de assegurar que as filmagens decorressem da melhor forma tanto na unidade principal quanto na de ação, foram necessárias múltiplas versões dos carros: seis Barracudas (três para o herói e três para dublês), cinco Eldorados (um para o protagonista e quatro para dublês), três Saabs, um Mazda e um sedã tiveram de ser usados como “elenco mecânico”.
Este “elenco de carros” precisou de um grupo especial de técnicos de corrida que garantiram os mais altos padrões de segurança: assentos especiais, motores e freios. Eles usaram apenas componentes usados e vintage para os Barracudas e os Eldorados, garantindo a autenticidade. Em cada carro, a transmissão automática foi substituída pela manual e os tanques de gás foram removidos. Os carros para as cenas perigosas foram equipados com gaiolas especiais, células de combustível (pequenos contêineres de plástico para uma pequena e específica quantidade de gás) e poderosos sistemas de suspensão de alta performance. As baterias foram colocadas na mala.
Os Barracudas receberam cintos especiais de cinco pontas (usados em corridas de carro); os freios foram substituídos por freios line-lock; câmbio de marchas Hurst e rádios CB 6-7 foram inseridos no carro do herói.
O Eldorado recebeu o mesmo cuidado especial e as mesmas peças, inclusive um volante especialmente desenhado para Fargo, partes hidráulicas especiais e rádios CB.
O desenhista de produção Paul Austerberry e o diretor de arte Nigel Churcher criaram cenários que refletiam a visão que o diretor Robert Harmon tinha do filme. Maquetes de cada cenário foram construídas no intuito de permitir ao diretor planejar e executar as intrincadas perseguições de carro.
Harmon e o diretor de fotografia da unidade principal Rene Ohashi pré-visualizavam as ousadas cenas de perseguição e batidas do filme usando dois minicarros como guias.
Um túnel com dimensões grandes demais para um estúdio foi construído na área de uma estrada de ferro. Foi preciso que uma equipe de 80 operários trabalhasse durante oito semanas para criar quatro pistas de estrada asfaltada, um muro divisório, calçadas e 18 colunas, inserindo 12 mil toneladas de concreto em moldes de compensado. A construção e o design tinham de respeitar não só a forma, como também a necessidade de segurança. Colunas de aço foram usadas para absorver o impacto dos carros, trailers e ônibus durante a cena do acidente, e as calçadas foram projetadas para funcionar como pára-choque entre a estrada e os muros.
O The Towers Motel e uma loja de frutas e verduras foram construídos à beira da estrada, em meio a uma plantação de milho, para evocar uma remota estrada rural do Meio-Oeste. O hotel de beira de estrada tinha 10 quartos, árvores e sinalização, e parecia tão real que a companhia telefônica entregou listas, e um funcionário apareceu para verificar a água e o gás. Verde e rosa foram as cores escolhidas para contrastar com o milharal ao redor e com a imensidão do céu.
Após a cena do flash-back, na qual Olivia, mulher de Rennie, é assassinada, o hotel foi envelhecido pelo departamento de arte – foram substituídas portas, janelas e outras peças por outras quebradas, descascadas, enferrujadas e desbotadas, para dar a sensação de passagem de tempo.
As cenas no cemitério de carros foram filmadas numa das maiores fábricas de reciclagem da América do Norte. Além das carcaças de carros já existentes no local, o departamento de arte acrescentou outras 400, formando um corredor de 90 metros, necessário para as cenas de perseguição com Fargo, Rennie e Macklin.
Quatro velhas bombas de gasolina foram colocadas numa base de concreto e uma cobertura de metal foi acrescentada para fazer sombra e cobrir o abrigo de madeira construído para funcionar como o posto de gasolina e reparos de Fargo. O que exigiu mais cuidado e sensibilidade, no entanto, foi a criação de uma área ribeirinha, próxima a um santuário de pássaros, na qual foram utilizados somente materiais inofensivos ao ambiente.
“Filmar com atores, carros e câmeras em movimento foi uma das nossas maiores dificuldades”, conta o diretor de fotografia da segunda unidade João Fernandes. “Todos os elementos estavam em movimento, tornando a filmagem de diferentes ângulos um verdadeiro desafio”, completa.
Depois de sete dias de desenhos e estudo de ângulos, foi esvaziada a pista do aeroporto, foram levadas ambulâncias para o local e todas as medidas de precaução foram tomadas para a filmagem da cena de ação mais espetacular do filme. O Eldorado bate no Saab, lançando-o para cima e fazendo-o girar no ar –cena que nunca tinha sido feita antes. Esta cena era uma questão de tudo ou nada, e requereu cinco câmeras com diferentes tipos de lentes para garantir a captação de imagens, além de um nível máximo de iluminação, com 140 mil watts, para compensar a alta velocidade e a distância.
Com câmeras filmando por entre carros em movimento e em chamas, a produção captou a ação utilizando vários recursos como MotoCam e Race Cam.
A produção de “Velozes e Mortais” demandou planejamento e execução igualmente cuidadosos para outras cenas arriscadas, como o acidente de Molly no túnel e a colisão de Fargo com um ônibus.

Fonte: PlayArte